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Audi Q5 QUATTRO

Depois de o Q7 estar entre os últimos a surfar na onda dos utilitários esportivos, o Q5 é mais um passo dentro de um dos segmentos cada vez mais quentes do mercado. Com 4,63 metros (quase o tamanho de um Vectra), o irmão caçula é baseado na plataforma do cupê A5. Como ele será produzido na China a partir de 2009, explica-se por que ele foi apresentado ao mundo no Salão de Pequim, em abril deste ano. Mas, para avaliá-lo, fomos a Valência, na Espanha, a cidade que em 2008 entrou para o calendário de corridas da Fórmula 1. Visto de fora, o Q5 é um concentrado de valores da marca alemã. Sem ser uma versão em escala reduzida do Q7, ele herdou elementos que o deixam parecido com outros modelos da marca. Para começar, tem a grade frontal opulenta, que virou uma assinatura da Audi desde que o italiano Walter de’Silva passou a comandar o departamento de design. Também estão no Q5 os faróis de xenônio cromados e com pequenos diodos, que servem para torná-lo mais visível mesmo durante o dia. Lembram os do A3. Suas lanternas traseiras também têm LEDs, que as deixam mais visíveis. Mas isso não quer dizer que, com 4,63 metros de comprimento, ele não tenha características peculiares. “Nosso objetivo foi fazer um utilitário esportivo relativamente compacto, que pudesse ser usado em trilhas, mas que nem por isso fosse desconfortável no asfalto, com bom nível de equipamento para encarar o trânsito diário das cidades”, disse Katrin Hüper, gerente de produto do Q5.
Por enquanto, o Q5 largará para a briga no Brasil a partir do primeiro semestre de 2009 com uma única versão de motor turbo de quatro cilindros, 211 cv e injeção direta. A configuração é a mesma do VW Golf GTI, mas, para o Q5, o motor recebeu materiais mais leves nos cilindros e nas bielas com o objetivo de melhorar o rendimento. Segundo a Audi, ele pode ir de 0 a 100 km/h em 7,2 segundos e atingir até 222 km/h. Mais tarde será lançada a versão com seis cilindros em V e 240 cv, que estará disponível para os europeus a partir do ano que vem.
A exemplo da novíssima segunda geração do Porsche 911/997, o Q5 é equipado com a transmissão S-Tronic – com câmbio de sete marchas e embreagem de duplo engate –, que substitui com vantagens o antigo sistema seqüencial Tiptronic. Como acontece no Porsche, o engate das sete marchas ficou mais eficiente (e rápido), já que a marcha seguinte, tanto a ascendente como a descendente, está sempre engrenada.
                    

Audi Q3 QUATTRO

Uma fornada de lançamentos está transformando o mercado de SUVs. São carros menores, mais econômicos, carregados de tecnologia e que apresentam comportamento dinâmico parecido com o de hatches. A Alemanha tem bons representantes dessa estirpe, como o BMW X1 e o Mercedes-Benz GLK. A onda de crossovers que não se parecem com mamutes chegou à Inglaterra e estimulou a Land Rover a inovar com o Evoque. Com um pouco de atraso, a Audi chega ao segmento com o Q3. Nada menos que 70 cm de comprimento e pouco mais de 80 000 reais separam o Q3 do Q7.A novidade tem tração 4x4, mas isso não quer dizer que ela vá disputar qualquer terreno com um Land Rover Discovery. O sistema Quattro permite que o Q3 contorne curvas como um esportivo compacto. Aliás, a dupla embreagem, as borboletas para trocas de marcha atrás do volante e o controle de largada são características comuns a bólidos do asfalto, não a aventureiros da lama. Por enquanto o carrão sera oferecido apenas com motor 2.0 turbo, equipado com injeção direta, tração AWD e câmbio automatizado de sete velocidades. No entanto, haverá duas configurações de potência. A versão de "entrada", de 170 cv, e outra, de 211. Uma das inovações que teremos no Brasil é o leitor automático de placas. Uma câmera equipada com sistema de reconhecimento óptico faz a leitura da sinalização de trânsito e exibe a velocidade das vias no painel. Entre tantos recursos, destacam-se a direção eletro-hidráulica, rápida e precisa nas manobras, e o Drive Select. A tecnologia conta com quatro programas eletrônicos (Comfort, Auto, Dynamic e Efficiency), que adaptam as respostas do acelerador, modificam as curvas do motor e ajustam a pressão dos amortecedores, dependendo das intenções do motorista.
No modo esportivo, as trocas de marcha são atrasadas e o conta-giros registra quando o pedal direito é provocado. Ao contrário, o Efficiency amansa o Q3, procurando economizar combustível. No trânsito, deixa o carro macio e silencioso, por conta das rotações baixas. No interior, o Q3 copia a qualidade de acabamento do restante da linha. Entretanto, apesar de comportar cinco adultos, apenas quarto viajam com conforto irretocável. O padrão elevado de qualidade inclui revestimentos agradáveis ao toque e esmero nas peças plásticas.
A vantagem do câmbio automatizado S-tronic de sete marchas é que ele trabalha sozinho. E rápido. A função sequencial pode ser utilizada por meio de borboletas ou pela alavanca do câmbio, no entanto, o ideal é esquecê-la e curtir a paisagem. Se você não pretende pilotar em autódromos, não faz sentido não confiar as mudanças de marcha à eletrônica.
                    

Audi A3 Sedan 1.4

Até agora, as marcas premium se posicionaram apenas nas faixas de preço mais altas. Com a abertura de fábricas no país em breve, empresas como Audi, BMW e Mercedes vão flexibilizar esse posicionamento, como fazem em mercados mais desenvolvidos: elas vão brigar com as marcas generalistas nos segmentos dos médios. Antes mesmo de inaugurar sua linha de montagem local, a Audi já caminha nessa direção ao lançar oA3 Sedan 1.4TFSI.
Para o consumidor, o aumento de alternativas (e de concorrência) é sempre bom. Mas, ironicamente, ao optar por um modelo premium, o comprador precisa abrir mão de alguns luxos oferecidos pelos carros das marcas generalistas. Vendido por R$ 94 800 na versão básica e R$ 99 900 na Attraction, o A3 Sedan se coloca entre modelos como Toyota Corolla 2.0 Altis, que custa R$ 92 900, e Ford Fusion 2.5 Flex, que sai por R$ 97 990. Ou seja, dois sedãs interessantes, de menor prestígio.

A diferença entre a versão básica e a Attraction do A3 se resume aos equipamentos. Visto por fora, o sedã não dá pinta de básico. O Audi de entrada tem faróis bixenônio, lanternas de led e rodas de liga leve. Por dentro, ele mantém a pose no estilo e no acabamento, no que se refere à qualidade dos materiais e da confecção das peças. A escassez de detalhes de materiais nobres como alumínio, madeira ou fibra de carbono, que nos acostumamos a ver nos Audi, é o primeiro sinal de despojamento. O segundo é o revestimento dos bancos de tecido - a impressão de simplicidade é acentuada pela estampa, um tipo de padrão quadriculado gigante.

Motorista e passageiros também se ressentem de equipamentos, e essa sensação não se manifesta só em quem está habituado a sedãs de luxo. O A3 básico não tem, por exemplo, nenhuma entrada para tocadores de música ou celulares, tipo USB ou auxiliar. Sua central multimídia tem só rádio, com o botão de volume bem longe, no console, ao lado do câmbio - no Attraction há ajuste de som na direção. Também não há sensor de estacionamento e o ar-condicionado é manual. Corolla Altis e Fusion 2.5 trazem ar digital automático, central multimídia e câmera de ré.
Ao volante, oA3 é um legítimo Audi, que roda com conforto, mas bem assentado no chão, graças à carroceria de alta rigidez torcional. E seu motor 1.4 é cumpridor: com turbocompressor e injeção direta de combustível, ele gera 122 cv e garante um bom rendimento do carro no dia a dia, como demonstram as medições na pista de testes. Os rivais se garantem com motores tecnicamente mais simples, mas maiores e com tecnologia flex.
Para quem quer um carro de prestígio, mas sem abrir mão de certos equipamentos básicos, como os que destacamos pela ausência acima, a versão Attaction (que aparece nas fotos) pode ajudar. Ela vem com Bluetooth, que permite conectar tocadores de música, celular e GPS à central multimídia, e volante multifuncional de couro, como itens de série. E, entre os opcionais, há ainda piloto automático, bancos de couro, GPS, sensor de estacionamento e teto solar. Mas, nesse caso, o preço deixa de ser de marca generalista e passa para a faixa dos carros premium.
                      

Audi A8 4.2 v8

Lançado em 1994, o A8 chega à terceira geração. Jogando num segmento no qual é imprescindível unir formas tradicionais e modernas, o renovado sedã do topo da cadeia da Audi faz sua parte, com um estilo atual, mas ainda assim sóbrio. Nada discreto é o pacote de equipamentos de segurança e conforto que carrega. Também há tecnologia em doses industriais a serviço da dirigibilidade – pena que somente os donos mais sensíveis do carro irão notar, sentados em uma das duas suntuosas poltronas traseiras.
Desde que foi lançado por aqui, em 1994, ele sempre teve presença discreta, ainda mais comparado com os concorrentes BMW Série 7 e Mercedes-Benz Classe S. A marca das quatro argolas precisava se mexer para reverter a situação. E, ao que parece, mexeu bem. Sem descaracterizar o carro com volumes chamativos na longa carroceria de 5,14 metros de comprimento, a Audi conseguiu rejuvenescer o seu topo de linha. Ele até carrega traços da família, como as lanternas semelhantes às do A4, mas tem, ainda assim, personalidade própria com suas linhas limpas.
Sua maior ousadia estilística está na dianteira. Não pela grade descomunal com oito barras horizontais, mas pelos faróis intimidadores. O formato das peças é convencional, o que mete medo é a apresentação dos componentes internos. E olha que a unidade cedida para teste nem contava com o conjunto ótico que equipará os modelos de importação regular, cujas vendas se iniciam a partir de outubro. O A8 avaliado estava equipado com faróis que mesclam leds para a iluminação de circulação e setas e canhão de xenônio nos faróis baixo e alto – a versão a ser vendida terá somente leds. Trata-se de uma fileira extra de dez diodos de alto desempenho. Além da prometida capacidade de iluminar o caminho com uma luz similar à claridade do dia, menos cansativa para os olhos, segundo a Audi, os leds operam de maneira inteligente. Uma câmera de vídeo na dianteira capta e interpreta as imagens, reconhecendo o ambiente. Ao perceber, por exemplo, tráfego de veículos no sentido contrário, o sistema desabilita um ou mais leds, para não ofuscar a visão do outro motorista. Por outro lado, uma estrada livre à frente significa um facho de luz alongado em uma fração de segundo.
Internamente, o A8 é muito mais jovem do que sugere sua carroceria. No centro do painel, uma tela escamoteável exibe todas as funções personalizáveis. E olha que o dono do novo A8 pode temperar quase tudo: ar-condicionado, massageadores, ventiladores e aquecedores de bancos, som e esquema de iluminação interna e externa – sem contar o nível de “agressividade” de câmbio, suspensão e direção. No quadro de instrumentos, destaque para o velocímetro (com marcação até 280 km/h, apesar de a máxima ser limitada a 250 km/h) e o conta-giros (com faixa vermelha a partir de 5000 rpm). Esses dois instrumentos analógicos são separados por uma tela digital multifuncional, capaz de exibir as informações do computador de bordo, bem como de dar as boas-vindas com a imagem das argolas estilizadas ou uma bússola 3D. “Há tantos recursos no A8 que a marca oferece uma espécie de curso intensivo para os novos proprietários”, diz Lothar Werninghaus, consultor técnico da marca.
Sugiro prestar atenção na aula, pois há muito que aprender. Caso contrário, poderá não descobrir como operar o Audi Drive Select, por exemplo. E, se isso acontecer, você não terá a grata sensação de perceber de forma quase instantânea o quanto o A8 muda de comportamento entre os modos Comfort, Auto e Dynamic. Há ainda um quarto modo, no qual o piloto salva suas configurações pessoais de suspensão, motor, câmbio e direção – desde, é claro, que a personalização não gere conflito entre os sistemas.
Por falar em sensações ao volante... O motor V8 4.2 de 372 cv e o câmbio Tiptronic de oito marchas com borboletas no volante dão boa dose de agilidade ao sedã. Em nossa pista de testes, em Limeira, o gigante alemão acelerou de 0 a 100 km/h em 6,4 segundos, um número pior que os 5,7 segundos divulgados pela marca, mas ainda assim muito bom para um sedã de luxo de 1 835 kg. Poderia ser mais pesado, não fosse a larga aplicação de alumínio tanto na estrutura quanto nas chapas da carroceria – foi difícil encontrar uma superfície para fixar o ímã da base da antena do nosso equipamento de medição.
A suspensão com molas pneumáticas (bolsas de ar) e amortecedores reguláveis eletronicamente é o grande destaque. Versátil e eficiente, consegue ser confortável e suave ou mais “travada” e segura nas curvas. Com o Audi Drive Select na posição Auto, bastam alguns desvios bruscos de direção e uma acelerada mais forte para deixar todos os sentidos do A8 mais aguçados. Tudo rápido o suficiente para manter o carro sob controle. Mas, se o excesso for incorrigível e o acidente, inevitável, o A8 também tem truques para proteger os ocupantes.
Câmeras e sensores espalhados por toda a carroceria percebem a iminência de uma colisão ou capotamento e ordenam o fechamento dos vidros das portas e do teto solar. Nessa situação, há também a pressurização máxima da linha de freio para garantir total eficiência do conjunto, além do pré-tensionamento dos cintos de segurança. Passada a situação de risco, tudo volta ao normal automaticamente. Uma câmera de imagens térmicas apresenta na tela o que a noite oculta. E o que é melhor: essas imagens são analisadas diversas vezes por segundo e, caso o computador detecte que o carro se encontra em rota de colisão com um pedestre, um alarme visual e sonoro é disparado para alertar o motorista.
Atrás, há duas poltronas individuais dignas da primeira classe de um avião. Regulagens elétricas, ventilação e aquecimento, massageadores, ar-condicionado, LCD no encosto dos bancos dianteiros, cortinas nas portas e vidro traseiro... O exagero de conforto remete a uma expectativa não correspondida de espaço, principalmente para as pernas. Recomendação: não contrate motorista e segurança muito altos, sob pena de perder preciosos centímetros para as pernas enquanto você trabalha no banco traseiro. Custando 500 000 reais, o A8 é um carro que tem muito a oferecer, esteja seu amo ao volante, esteja ele nas poltronas traseiras. Incrível é saber que há quem queira ainda mais A8, literalmente. Uma versão com entre-eixos alongado em 13 cm chegará em maio de 2011 (veja quadro ao lado). Se você se contenta com o A8 “pequeno” e a conta bancária anda recheada, boa compra.

A8 L
Apresentado no Salão de Pequim, em abril, o A8 alongado é mais exagerado que a versão regular. No visual, o ganho de 13 cm no entre-eixos é todo aplicado nas portas traseiras. Por dentro, o A8 L paparica ainda mais quem viaja atrás, com LCDs maiores e descansos de pé escamoteáveis. Sai o V8 de 372 cv e entra um W12 6.3 de 500 cv.

Audi R8 Spyder 2011

Quem assistiu o filme “Homem de Ferro 2” certamente se lembra do R8 Spyder. O superesportivo guiado pelo playboy Tony Stark é uma das atrações da Audi no Anhembi e merece ser admirado com calma. Afinal, são poucos os carros que combinam alto desempenho com a sensação de liberdade inigualável proporcionada por um conversível.
Evidentemente, a maior novidade do Spyder é o teto de lona, que é recolhido eletricamente em apenas 19 segundos. O processo pode ser realizado a uma velocidade de até 50 km/h e ocupa pouco espaço no porta-malas, além de garantir um visual harmonioso mesmo com a capota fechada.
Sem o teto, o motorista pode conversar tranquilamente com o passageiro, graças a um prático defletor de vento retrátil, posicionado atrás dos bancos. A segurança é garantida por um par de santantonios, que se erguem automaticamente na iminência de uma capotagem. Com a capota fechada, os níveis de ruído apresentados em velocidades mais altas são ligeiramente maiores do que o R8 cupê.  O design do bólido ficou ainda mais atraente nesta nova versão. A dianteira ostenta a tradicional grade em forma de trapézio, posicionada entre os faróis com iluminação por LEDs, responsáveis pelo belo efeito visual durante a noite. De lado, as vistosas entradas de ar na parte inferior e os ressaltos atrás dos bancos chamam a atenção. Na parte de trás, as lanternas com refletores retangulares e o par de ponteiras ovaladas compõem um desenho agressivo e elegante, como reza a cartilha de design alemã.                                                                                      Por dentro, há muito luxo para os dois ocupantes. O volante multi-funcional de três raios tem a base achatada, como nos bólidos de competição. O visual esportivo é completado pelas pedaleiras, descanso de pé e as borboletas para trocas de marcha de alumínio.
O R8 Spyder será vendido apenas com a motorização 5.2 V10, que gera incríveis 525 cv. A aceleração de 0 a 100 km/h é realizada em 4,1 segundos e a velocidade máxima é de 313 km/h, números estes obtidos com a caixa automatizada R-Tronic de seis velocidades. As trocas também podem ser feitas manualmente pela alavanca ou por meio de borboletas atrás do volante. A carroceria de alumínio garante o baixo peso e a tração integral nas quatro rodas trabalha em conjunto com o controle de estabilidade (ESP) para impedir sustos na hora de fazer curvas.

Ficha Técnica
Motor: 10 cilindros em V, 5204 cm3
Potência: 525 cv a 8000 rpm
Torque: 54,0 mkgf a 6000 rpm
Câmbio: automatizado de 6 marchas, tração integral
Aceleração de 0 a 100 km/h: 4,1 seg.
Velocidade máxima: 313 km/h
Dimensões: comprimento 443 cm, entre-eixos 265 cm, altura 124 cm, largura 202 cm
Peso: 1685 kg

Audi RS2



Audi RS2 é uma perua de passeio lançada pela Audi A.G. em 1995, usando a plataforma da Audi 80 Avant, em parceria com a sua conterrânea Porsche. Tratava-se de um belíssimo automóvel, produzido numa série limitada de 3000 unidades, sendo que somente 60 foram enviadas ao Brasil. Quanto a sua construção, foram utilizadas rodas, sistema de freios, preparação do motor e alguns detalhes de acabamento externo (como as sinaleiras dianteiras) fabricadaspela Porsche.
Seu motor é o tradicional cinco-em-linha (primazia VW/Audi em motores de automóveis) longitudinal de 2,2 litros com duplo comando no cabeçote e quatroválvulas por cilindro dotado de turbocompressor e intercooler, preparado pela Porsche produz 315 HP transmitidos ao solo pela tração integral permanente Quattro capazes de levar a station de 0 a 100 km/h em menos de 6 segundos, característica que rendeu o título de station mais rápida do mundo por vários anos. Quanto aos artigos de conforto a Audi oferece: direção hidráulica, trio elétricobancos Recaro ergonômicosar condicionado e acabamento em couro. Uma curiosidade: das 60 unidades que vieram para o brasil, uma parte delas era registrada como Porsche-Audi e outra parte como Audi, as que vinham registradas como Porsche-Audi pagavam o IPVA(imposto sobre veículos automotores) mais caro.

Audi RS6


RS6 é uma versão superesportiva do Audi A6, situando-se acima do Audi S6. O RS6 é um modelo espetacular, carroçeria bastante trabalhada a nível de chassi e suspensão, com um motor impressionante, construido pela Cosworth (na altura em que pertencia há Audi), um V8 4.2litros bi-turbo de 450cv à 5700rpm (no caso do modelo RS6 Plus são 480cv), acoplado ao cambio tiptronic de 6 marchas e transmitido às rodas pela fantástica tração quattro. Isto tudo faz com que esta bela maquina cumpra o clássico 0 a 100km\h em 4.7 segundos e tenha como velocidade maxima de 250km\h (limitada electronicamente), caso não fosse iria até aos 288 km\h, existe também o RS6 Plus que tem 480cv. Isto faz com que mais uma vez a BMW M5 e a Mercedez E55 AMG conseguiram bater este carro da AUDI, sendo uma das Stations mais rápidas do mercado na atualidade.
A Audi lançou recentemente a NOVA RS6 AVANT ainda com motor V10 bi-turbo de 580cv! A compra da Lamborghini pela Audi fez realmente muito bem à empresa alemã, que agora pode colocar sob o capô de seus modelos mais exclusivos o mesmo V10 que equipa o Gallardo. O V10 da RS6, segundo a empresa, é novo, com injeção direta de gasolina (FSI) e dois turbocompressores. Esse conjunto rende à perua 580 cv de potência, com torque de 66,3 kgm. Falando assim, em 580 cv, pode-se não ter a real dimensão do que esta perua é capaz de fazer. Como base de comparação, basta imaginar que seria preciso juntar três unidades do esportivo brasileiro mais potente, o Honda Civic SI, com 192 cv, para igualar o que o motor V10 da RS6 faz. Como é bem mais pesada que a C 63 AMG, a RS6 acaba atingindo os 100 km/h, partindo do 0, nos mesmos 4,6 s da perua da Mercedes-Benz. A diferença fica por conta da tração nas quatro rodas que a perua da marca das quatro argolas possui. Para quem já teve a chance de dirigir uma RS4, bem mais mansa que a nova RS6, a sensação de destracionar as quatro rodas em uma arrancada é inesquecível. A máxima, também devido ao acordo de cavalheiros entre a Audi e o governo alemão, é limitada eletronicamente em 250 km/h, mas basta dizer que o Lamborghini Gallardo, que não está sujeito ao tal acordo, bate os 300 km/h, velocidade maxima. Para parar os 2.025 kg da perua, a Audi deu a ela discos de freio com seis pistões na dianteira. As rodas são de aro 19”, com pneus 255/40 R 19. Para quem quiser conduzir a perua de modo realmente esportivo, a marca oferece, conjugados a rodas de aro 20” e pneus 275/35 R 20, freios de cerâmica, com 420 mm na dianteira e 356 mm na traseira. Como convém a qualquer perua, a capacidade de carga é generosa: são 565 l de porta-malas, que podem ser ampliados para 1.660 l, quando se rebate os bancos. Luxo, conforto e preço são, como se pode imaginar, altíssimos, mas, para quem quer e pode ter uma jóia da mecânica como esta na garagem, isso é tudo supérfluo. O importante é o que o pedal da direita proporciona, e são 480 cv.

Audi R10 TDI

udi R10 TDI, geralmente abreviado para R10, é um carro de corrida da fabricante alemão de automóveis Audi. O carro é, de longe, um clássico em Le Mans, vencendo todos os anos desde a introdução para a introdução do novo R15. Ele foi projetado e construído para correr na classe protótipo Le Mans LMP1 das 24 Horas de Le Mans e outras corridas de resistência similar. O carro foi apresentado no dia 13 de dezembro de 2005 às 12:00 CET  e passou a ganhar tanto a sua corrida inaugural no 2006 12 Horas de Sebring, em março, junho 2006 e as 24 Horas de Le Mans. Foi o primeiro carro movido a diesel a vencer um desses eventos. Este é o mais ambicioso e o projeto mais caro já realizado pela Audi Sport, tendo custado $15 milhões por ano. O Audi R10 TDI, foi construído para substituir o seu antecessor, o Audi R8, um modelo bem sucedido, provando que venceu cinco vezes em Le Mans desde 2000, ganhando uma reputação como um dos carros de corrida de maior sucesso de todos os tempos. Nos anos posteriores, o Automobile Club de l'Ouest (ACO), que define as regras para a corrida nas 24h de Le Mans, reduzindo o tamanho do restritor no motor para tornar as corridas mais competitivas. Em resposta ao novo nível de concorrência, o desenvolvimento de um sucessor foi necessário.
Iniciou-se o R10. Em conformidade com as novas regras, um segundo aro de rolagem é adicionado. O design e a aerodinâmica foram desenvolvidas pela Audi, que utilizaram o túnel de vento Fondtech para aperfeiçoar e verificar a nova aerodinâmica. O monocoque é construído pela Dallara, bem como com vários fornecedores de fabricação de todos os componentes e subconjuntos. Os carros são montados pela Audi em Ingolstadt.

Audi A2

A2 foi um modelo compacto produzido pela Audi entre 1999 e 2005. Foi um dos primeiros modelos de série no mundo a utilizar amplamente alumínio com o objetivo de reduzir peso e, conseqüentemente, aprimorar a economia de combustível.

Audi A7


Audi A7 será um cupê de alto nível a ser lançado em 2010, e ele entregará performance e elegância como um modelo topo de linha da Audi entregaria. Ele se posicionará no mesmo segmento do Mercedes-Benz CLS e do futuro BMW Série 8, juntamente com o modelo da Jaguar que entrará no lugar do XJ.
O Audi A7 deverá ser mais uma exibição ambulante do que um carro da Audi pode entregar do que um carro de boas vendas. Deverão sair apenas 40.000 unidades por ano das fábricas da Audi, todas aumentando a moral da Audi por onde passarem.
O cupê A7 terá uma nova plataforma, que também servirá de base para o próximo Audi A6. O Audi A7 deverá ter um sistema de suspensão a ar, para dar tanto conforto quando o Mercedes-Benz CLS.
Os motores do Audi A7 deverão ser 2.8 FSI e 3.0 TFSI, ambos V6 e o top de linha terá um 4.0 TFSI V8. No segmento do diesel teremos versões 2.7 e 3.0. O câmbio será manual de seis marchas e um de sete marchas e embreagem dupla será opcional.
Mas o mais interessante deverá aparecer alguns meses depois do lançamento do Audi A7, suas versões S7 e RS7. O mais potente, Audi RS7, deverá usar uma versão modificada do motor dos RS6, um 5.2 V10 com dois turbos, entregando mais de 600 cavalos.

Audi A8

Audi A8 é um carro grande de luxo top de linha produzido pela Audi, para substituir o modelo V8. Carroceria feita de alumínio. Audi A8 e VolksWagen Phaeton possuem a mesma plataforma.

Audi A5

Audi A5 é um coupé médio-grande introduzido pela Audi no Salão de Genebra de 2007. Também será oferecido em uma versão desportiva denominada S5.

Audi Q7

Audi Q7 é um utilitário esportivo de grande porte produzido pela Audi sobre a mesma plataforma do Volkswagen Touareg e do Porsche Cayenne. Em Setembro de 2006 foi lançada a versão Q7 V12 TDI, equipada com um motor diesel capaz de debitar 500 cv de potência e 1001 Nm de binário. Na edição de 2008 do Salão de Genebra a Audi apresentou o protótipo Coastline, equipado com motor V12 diesel.

Audi A1


O Audi A1 é um automóvel de passageiros do segmento B da empresa automóvel alemã Audi, e tem como seu garoto propaganda o cantor e atorJustin Timberlake. Baseado na plataforma que estreou o Seat Ibiza 2008, e de partilhar com o Skoda Fabia e Volkswagen Polo II, espera-se que seja introduzida no mercado em 2010.
A A1 é projetado para competir com modelos como o Mini, a Alfa Romeo Mi.To e Mercedes-Benz Classe A. Foi anunciado que o A1 será produzido na fábrica do Grupo Volkswagen em Bruxelas, na Bélgica.
A A1 foi introduzido pela primeira vez no Tokyo Motor Show 2007 como o Audi A1 Metroproject Quattro. O protótipo é um automóvel tipo hatchback com quatro assentos e três portas. Tem um novo propulsor híbrido. O deslocamento do motor turboalimentado gasolina de 1,4 litros e 150 hp de potência máxima impulsa as rodas dianteiras, enquanto um motor elétrico de 40 hp (29,8 kW) de potência máxima de 200,7 N m de torque fornece energia para as rodas traseiras.
Durante um bom tempo todos suspeitavam que a Audi estava criando um cupê compacto para bater de frente com os MINI. Estes rumores e cochichos foram confirmados com Ralph Weyler, o chefe de marketing da Audi. O Audi A1 será baseado na plataforma do Polo, com ajuda da SEAT, uma subsidiária da Volkswagen.
O preço ficará na faixa dos 16.000 euros, e ele será lançado em 2010. Ainda não se sabe se ele será vendido nos EUA. Esta adição á linha da Audi, que não para de crescer aliás, espera atrair compradores jovens, garantindo um cliente fiel á marca conforme ele for ficando mais velho.

Audi R8


R8 é um modelo superdesportivo de dois lugares da Audi.
Ele é baseado no carro conceito Audi Le Mans Quattro, apresentado em 2003 no salão de Frankfurt.
Mudou pouco em relação ao carro conceito. A grande grelha em forma de trapézio, identidade da marca, está bem integrada à frente, mas agora com os anéis a repousar em cima do capot, e na traseira, o carro tem entradas de ar que melhoram a aerodinamica parecidas às da frente que têm a mesma função e também a de refrigerar os travões.
Conta com motor V8 de 4,2 litros e 32 valvulas (4 por cilindro) que rende 420cv (414hp) à 7800 rpm, e o faz acelerar de 0 à 100 km/h em 4,4 segundos, atingindo uma velocidade máxima de 301 km/h.
Partilha a plataforma com o seu irmão Lamborghini Gallardo.
Com um comportamento fascinante dado o seu motor central, que equilibra a distribuição de pesos, contando também com a famosa tracção integral quattro. Um protótipo do Audi R8 com motor V12 movido a diesel (capaz de produzir 500cv) foi apresentado na edição de 2008 do NAIASEm dezembro de 2008 foi lançada uma versão equipada com motor 5.2 V10 40 valvulas que rende 525cv (518hp) à 8000 rpm e atinge a velocidade máxima de 316 km/h. o audi R8 aparece do filme Transformers Revenge of The Fallen,sendo o decepticon Sideways.

Audi TT


Audi TT é um modelo desportivo de dois mais dois, ou apenas de dois lugares produzido pela Audi desde 1998 e renovado em 2006. É disponibilizado nas versões coupé e roadster

O Audi TT foi renovado no final de 2006,contando com uma versão coupé a um cabrio que saiu em Março de 2007. Os motores são o conhecido 2.0 TFSI de origem VW que debita 200 Cv, fazendo o TT chegar aos 100 km/H em 6.9 segundos, a sua velocidade máxima ronda os 240 km/H. O motor 3.2 V6 Quattro, conta com um sistema de tracção integral, com uma velocidade máxima limitada a 250 km/h e uma aceleração dos 0 aos 100 em 6.4 segundos, consegue ter um comportamento fascinante.
Estão também disponíveis duas caixas, uma manual e outra automática ambas de seis velocidades, sendo que esta última se denomina S-Tronic e é uma das caixas automáticas mais avançadas dos nossos dias, fazendo a passagem das mudanças em incriveis 0.2 segundos, com comandos atras do volante, faz com que qualquer um se sinta a guiar um carro de competição.
A versão Roadster mantém-se fiel à tradição Audi, e também à tradição dum verdadeiro descapotavel, dada a sua capota de lona que se tira ou põe em fantásticos 12 segundos e consegue ainda faze-lo a uma velocidade máxima de 50 km/h.

Audi

Audi AG é uma empresa automobilística alemã que atualmente faz parte do grupo VolkswagenAugust Horch iniciou no final do século XIX o projeto para a construção de automóveis dando, assim, origem à fundação da marca Horch, na Primavera de 1899, em Zwickau, perto da cidade de Chemnitz. A um ritmo quase alucinante para a época, a Horch produziu cinco modelos diferentes, até 1909. Nesse ano, Horch, devido a divergências com os diretores decidiu abandonar o projeto.
Como Horch perdeu os direitos do nome da empresa então criada, teve que renomear a mesma mas com outra designação. Horch contornou com elegância o problema, adotando como nova marca o seu próprio nome, mas traduzido em latim: Audi. A Audi comercializou em 2006 905.100 veículos. As quatro argolas unidas representam as marcas alemãs que formaram a Auto Union, fundada em 1947. São elas: Horch, Audi, Wanderer e DKW. No dia 1 de Janeiro de 1985, a Auto Union passou a se chamar Audi AG, com sede empresarial em Ingolstadt, na Alemanha. 

Audi A3 1999


O Audi A3 é um hatchback médio de motor dianteiro transversal e tração dianteira ou integral, feito sobre a plataforma (esquema de encaixe de motor e suspensões) do VW Golf. Ele vem sendo produzido desde 1996, na Alemanha, e tinha a missão de ser o modelo de entrada da marca Audi, reconhecida por seu padrão de qualidade e refinamento de luxo.

A primeira geração do carro tinha 2 configurações de carroceria, 3 e 5 portas (5 portas produzido no Brasil), não variando, contudo, o desenho do carro.

A segunda geração do modelo também reparte a plataforma com o VW Golf, mas com o Golf de 5a geração. Essa nova geração estreou no final de 2002, com configurações distintas de carroceria, um hatchback de 3 portas (duas para passageiros e uma para porta-malas) e uma de 5 portas (quatro para passageiros e uma para o porta-malas), porém esta última com desenho traseiro diferenciado da versão de 3 portas, com a linha do teto quase que retilínea em direção à traseira do carro. A versão 5 portas também recebeu nome diferenciado, A3 Sportback.
No Brasil, o Audi A3 de 1ª geração foi produzido em linha de montagem compartilhada com o VW Golf de 4a geração, desde 1999 até 2006 e contava com as motorizações 1.6 101 hp,1.8 125 hp e 1,8 Turbo e S3 importado com motor 210 e 225 hp tração quatro. A partir de 2006, o Audi A3 virá para o Brasil importado da Alemanha.
Eleito pela Revista Autoesporte o Carro do Ano de 2000.

Audi A4 1998


Além da introdução de um 2,8 L 30 válvulas V6 (substituindo o desatualizado 2,8 V6 válvula 12), os mais importantes complementos para o intervalo foram a 2,5 L V6 TDI (diesel) com motor de 150 PS e de norma quatro e uma velocidade de seis velocidades, bem como a nova alta performance S4, que passou parte da linha A4 (a anterior tinha sido um S4 Audi 100 ). Nova traseiras, faróis, porta alças, e outras menores exterior / interior arredondados as mudanças cosméticas atualizações.
*Em meados de 1998, o 1.8T motor disponível fora da Europa teve sua potência aumentada para 170 PS. Isto foi conseguido através do aperfeiçoamento da Ko3 turboalimentador com uma Ko3s (desporto) unidade. A válvula V6-12 foi substituído pelo 30-válvula unidade que tinha sido utilizado na Europa durante dois anos. Em 1999, estreou um Audi um desempenho ainda melhor Renn Sport modelo, os RS4, tal como o seu antecessor RS2 disponível apenas no Avant corpo.

Audi A4 1994


A primeira geração do Audi A4 foi lançada pela empresa em 1994. O modelo foi construído sobre a Plataforma B5 da Volkswagen, também utilizada na quinta geração do Volkswagen Passat. Tinha um motor dianteiro e longitudinal e norma front-wheel drive, apesar de muitos dos proprietários A4 selecionado a opção quattro quatro rodas motrizes sistema. O A4 foi inicialmente introduzido como um período de quatro portas sedan; o Avant station wagon chegou um ano depois.
Uma vasta gama de motores estavam disponíveis para os clientes europeus, entre 1,6 e 2,8 litros, e um 1,9 L Diesel disponível com o novo VW "Pumpe Düse" (PD, ou injector unitário) tecnologia, capaz de atingir então uma alta potência valor de 110 PS (81 kW), apesar da Audi 2,8 L V6, herdadas do antigo 80/90 foi o único motor opção na América do Norte até 1997.

O Audi A4 foi o primeiro modelo do grupo Volkswagen para o novo recurso 1,8 L 20 V fornecida com motor cinco válvulas por cilindro, com base na unidade Audi Desporto tinha desenvolvido para as suas Supertouring corrida carro. Esta tecnologia foi adicionado ao V6 a família em 1996, começando com a 2,8 L V6 30V.
Audi também estreou seu novo Tiptronic sobre a transmissão B5 plataforma, baseada na unidade Porsche desenvolvido para as suas 964-geração 911. A transmissão é uma convencional automáticas caixa com um conversor torque, mas oferece a escolha de um motorista dirigindo o automóvel, quer como uma operação ou totalmente automático com um selector manual das velocidadesAnteriormente considerada como algo de um figurante no segmento dos automóveis de luxo, a enorme melhoria da qualidade e da engenharia com o A4 feita compradores perceber que havia um luxo alemão marque diferente de BMW e Mercedes-Benz. Combinado com o bem-recebida TT conceito (mais tarde uma produção automóvel), Audi emergiu como uma das líderes no mercado automóvel de luxo.

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