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Renault Duster

A Renault ingressa de forma oficial no segmento off-road com o lançamento do Duster. O utilitário esportivo foi desenvolvido pela romena Dacia, uma das marcas do grupo Renault e compartilha componentes com Logan e Sandero. O modelo que será vendido aqui sofreu algumas modificações para agradar ao público brasileiro. A mudança mais visível é a grade dianteira, que possui três largos filetes cromados e a tomada de ar passa a sensação de robustez. Na lateral, destaque para os paralamas com contornos musculosos. Já na traseira, o vidro da tampa do porta-malas é amplo e um largo friso cromado se destaca. No interior, o Duster conta com um amplo espaço graças ao entre-eixos de 2.673mm. A versão brasileira tem novo quadro de instrumentos, console central, tecidos nos bancos e acabamento das portas. O modelo recebeu modificações para ficar semelhante aos já comercializados por aqui pela marca, como Sandero e Logan. O Duster terá cinco versões de acabamento. São três com motor 1.6 16V flex de 115 cv e câmbio manual de cinco velocidades. A de entrada vem com direção hidráulica, ar-condicionado e volante com regulagem de altura. A versão Expression acrescenta vidros elétricos traseiros, airbag duplo, e alarme. Já a Dynamique, a topo-de-linha da gama com motor 1.6 vem a mais com para-choque e maçanetas na cor da carroceria, barras de teto cromadas, retrovisores com regulagem elétrica, computador de bordo, MP3 com entrada para iPod e comandos na coluna de direção, freios ABS e faróis de neblina. Além das três anteriores, o Duster possui mais duas versões de acabamento com motor 2.0 16V flex de 142 cv de potência. A Dynamique pode ter câmbio automático-sequencial de quatro velocidades e vem com todos os itens de série da versão com propulsor 1.6. Já a Dynamique 4WD, com câmbio manual de seis velocidades, acrescenta tração integral, suspensão traseira independente do tipo MacPherson com multi-link, estribos laterais, faróis com máscara negra e rodas de alumínio pretas. Bancos de couro são opcionais para todas as versões. 

Confira os preços das versões do Renault Duster:

Duster 1.6: R$ 50.900
Duster Expression 1.6: R$ 53.200
Duster Dynamique 1.6: R$ 56.900
Duster Dynamique 2.0 (câmbio manual): R$ 60.600
Duster Dynamique 2.0 (câmbio automático): R$ 64.600
Duster Dynamique 2.0 4WD (câmbio manual): R$ 64.600 

*Bancos de couro somam R$ 1.500 e pintura metálica acrescenta R$ 850.
                     

Renault Sandero

Se existe um modelo responsável pelo crescimento da Renault no país na última década, ele é o Sandero. Lançado em 2007, o hatchback nasceu a quatro mãos, graças a um trabalho conjunto de Renault e Dacia. A plataforma veio do sedã Logan, originalmente projetado pelos romenos e introduzido no Brasil poucos meses antes do Sandero. Já o design ficou a cargo do centro de design latino-americano da Renault, sediado em São Paulo (SP). A mistura deu certo e logo o Sandero caiu nas graças do brasileiro. A reestilização de meia-vida feita em 2012 deu fôlego para o modelo continuar vendendo bem, apesar de alguns defeitos jamais terem sido corrigidos desde seu lançamento. A segunda geração do Sandero estreia no Brasil justamente com esta intenção. Se o antigo hatch pecava pela falta de capricho no interior (o acabamento simples demais sempre foi um dos pontos fracos) e pelo design tímido - ainda que mais harmonioso que o primeiro Logan -, seu sucessor aposta justamente nestes aspectos. A montadora alega que foram alterações necessárias para atender um consumidor cada vez mais exigente. Mas todo mundo sabe que o processo de embelezamento do Sandero segue os passos do Logan. Juntos, eles pretendem mudar a imagem da Renault de fazer carros bons, mas sem graça. Os fãs mais ardorosos do Sandero podem acusar a Renault de tirar sua personalidade adotando a mesma frente do Logan. Fica nítida a preocupação da marca em deixar o hatch com um visual mais refinado e menos agressivo. Olhe para as laterais: os vincos agora são mais suaves e demarcam os para-lamas de forma sutil. As lanternas traseiras lembram muito as do Logan - e também as de Onix e Gol, especialmente pela posição mais baixa. O interior ganhou em refinamento: não bastassem as superfícies serem mais elaboradas, a qualidade dos materiais empregados pela cabine melhorou. A versão mais cara, Dynamique, tem até molduras cromadas, apliques em preto brilhante no painel e bancos com relevo. Somente uma qualidade que sempre o acompanhou não mudou: o ótimo espaço interno para todos os passageiros. Longe dos olhos muita coisa também mudou: segundo a Renault, cerca de 80% dos componentes nunca foram usados. Além da plataforma inaugurada pelo novo Logan, o carro teve melhorias na suspensão, direção e isolamento acústico. As opções de motorização não mudaram: continuam sendo as 1.0 16V e 1.6 8V, entregando 80cv/77 cv e 106 cv/98 cv, respectivamente. O novo Sandero será lançado em quatro versões: Authentique 1.0, Expression 1.0 e 1.6 e Dynamique 1.6. A versão mais barata oferece de fábrica airbag dupo frontal, freios ABS com distribuição eletrônica de frenagem (EBD), direção hidráulica, rodas aro 15, retrovisores com regulagem interna manual, aberturas internas do porta-malas e da tampa do tanque de combustível e ar quente. A opção Expression acrescenta rádio CD Player com reprodução de arquivos em MP3 e entrada auxiliar USB, Bluetooth, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas, alarme, computador de bordo, retrovisores e maçanetas externas na cor da carroceria e coluna "B" com acabamento preto. Já a configuração Dynamique agrega bancos com relevo, rodas de liga leve aro 15, luzes de seta nos retrovisores, faróis de neblina, vidros elétricos traseiros, piloto automático, banco traseiro bipartido, volante revestido em couro e regulagem elétrica dos retrovisores. Como opcionais, a Renault oferece sensor de estacionamento traseiro, central multimídia MediaNAV 1.2 com orientação de condução econômica e ar-condicionado digital. Além disso, há também uma gama de acessórios composta por alarme, engate, faróis de neblina, ponteira de escapamento cromada e o kit Sport, composto por saias laterais, spoilers dianteiro e traseiro e aerofólio traseiro. O novo Sandero será vendido com garantia de três anos ou 100 mil quilômetros. Os preços do modelo variam entre R$ 29.890 para a versão Authentique 1.0 e R$ 42.390 no caso do Dynamique 1.6 8V.
Veja abaixo os preços da gama Sandero:
Sandero Authentique 1.0 16V: R$ 29.890
Sandero Expression 1.0 16V: R$ 34.990
Sandero Expression 1.6 8V: R$ 38.590
Sandero Dynamique 1.6 8V: R$ 42.390
                      

Renault Logan

Vamos voltar aos seus tempos de escola. Você se lembra daquela menina meio desajeitada que deixou os homens de queixo caído quando virou um mulherão? Ou do magrelo esquisitão que entrou para a academia e hoje faz o maior sucesso com as mulheres? Se a sua resposta foi sim, vai entender perfeitamente a transformação do Renault Logan. Lançado no Brasil em 2007, ele sempre foi o par perfeito para seus donos - principalmente se eles tiverem filhos. Quem o conhece na intimidade sabe como a vida dentro dele pode ser agradável, graças ao espaço generoso para malas e passageiros. Mas como o sedã desenvolvido pela romena Dacia, marca controlada pela Renault, nunca foi um campeão de beleza, vários pretendentes mudavam de ideia no meio do caminho, escolhendo companhias mais bonitas, mas nem sempre tão agradáveis. Agora chegou a hora da revanche. Completamente redesenhado, o Logan não é uma nova geração, e sim uma pesada reestilização do mesmo modelo de antes. O carro incorpora a nova identidade visual da marca, identificada pelo desenho da grade frontal. O estilo do modelo brasileiro é quase igual ao Symbol europeu (a Renault preferiu aposentar o antigo sedã derivado do Clio nos países em que ele era vendido, substituindo-o pelo Logan), com exceção de um friso cromado na parte inferior do para-choque. Olhando de lado o Logan perdeu o ar meio desengonçado, com traços mais harmônicos sem sacrificar o bom espaço para a cabeça dos passageiros. Na parte traseira, as lanternas verticais foram trocadas por outras menores com luzes retangulares, lembrando até o seu arquirrival Volkswagen Voyage. O interior ficou mais agradável aos olhos por conta do acabamento mais esmerado. No lugar do tom monocromático que imperava na cabine, vemos materiais de diferentes cores e texturas. Os bancos apoiam melhor o corpo nas curvas, sendo que é possível rebater o banco traseiro na maioria das versões - algo impensável em seu antecessor. A cabine, aliás, pode ter central multimídia com GPS e ar-condicionado digital, ambos oferecidos como opcionais na versão Dynamique. Assim como seu antecessor, o novo Logan será oferecido em três versões de acabamento e duas opções de motorização - 1.0 16V, com até 80 cv, e 1.6 8V, com 106 cv, ambos com etanol. A opção de entrada é a Authentique 1.0 16V, que traz de série freios ABS, airbag duplo, calotas e brake light. Subindo um degrau temos a Expression (com motores 1.0 16V e 1.6 8V) e todos os itens da Authentique, mais direção hidráulica, ar-condicionado (na versão 1.6), retrovisores e maçanetas na cor da carroceria, banco traseiro rebatível, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas das portas, alarme, computador de bordo e rádio CD Player com reprodução de arquivos em MP3, USB e Bluetooth. Entre os opcionais, ele traz ar-condicionado (na versão 1.0), sistema multimídia Media NAV 1.2 e sensor de estacionamento traseiro. A versão topo-de-linha é a Dynamique 1.6 8V, que acrescenta retrovisores elétricos, rodas de liga leve de 15 polegadas, banco rebatível bipartido, vidros elétricos nas quatro portas, piloto automático com limitador de velocidade, luzes repetidoras de direção nos retrovisores e ar-condicionado. A lista de opcionais tem o sistema Media NAV 1.2, sensor de estacionamento e faróis de neblina. A lamentar, apenas a ausência do câmbio automático oferecido no modelo anterior. A Renault justifica a decisão dizendo que esta opção de transmissão respondia por apenas 5% das vendas, mas garantiu que, se houver demanda, ele voltará.
Veja, abaixo, os preços de toda a linha:
Logan Authentique 1.0: R$ 28 990 (R$ 30 800 com direção assistida, ar quente e desembaçador)
Logan Expression 1.0:
R$ 33 390
Logan Expression 1.6: R$ 39 440
Logan Dynamique 1.6: R$ 42 100 (R$ 43 200 com todos os opcionais)
                     

Renault Clio Expression

A nova identidade visual da Renault chega ao Brasil pouco tempo depois de estrear na Europa. A notícia parece ser ótima, mas nem tanto. A marca misturou novos elementos com as peças de temporadas anteriores que tinha no armário. Por isso, apesar de uma nova geração do Clio já existir, nós continuaremos com o hatch lançado em 1999. Aos 13 anos, é a segunda vez que o compacto passa por um retoque. Uma plástica feita em 2003 atualizou a dianteira e alguns detalhes estéticos. É a mesma fórmula adotada para o modelo 2013. Mudaram os faróis, o para-choque e o capô. O logotipo da marca passou a ser envolvido pela entrada de ar que divide a dianteira. Na parte de baixo a grade trapezoidal, artifício de estilo que entrou na moda há três anos, também foi utilizada. Reconhecer as mudanças na traseira é difícil. As lanternas são as mesmas, mas trazem uma nova disposição de lâmpadas, cujos contornos são acompanhados por dois vincos horizontais na lataria para conferir volume à tampa. Na parte superior, a peça ficou maior para abrigar um brake-light embutido e, forçando a imaginação, para fazer as vezes de aerofólio. Por dentro, é preciso ser ainda mais atento na caça por novidades. O quadro de instrumentos foi renovado e agora tem mostrador digital de temperatura, combustível e um computador de bordo na lista de série. O botão do pisca-alerta e a tomada de 12 V foram deslocados para a frente da alavanca de câmbio. Esta, por sua vez, preserva os engates imprecisos, enquanto a falta de forro acústico faz parecer que o motor viaja ao lado do motorista. A garantia subiu para três anos. Como opcionais, apenas o ar-condicionado (2 500 reais) e a direção hidráulica (1 100 reais) estão disponíveis.
                     

Renault Sandero GT Line


A Renault quer de volta os fãs das séries limitadas Vibe e Vibe2, que tinham um apelo diferente e buscavam público segmentado. Para isso, trouxe uma versão especial, com apelo esportivo, a GT Line. O modelo marca a volta do motor 1.6 16V Hi-Flex à gama do Sandero.
Por fora, o Sandero GT Line se destaca pelos adesivos esportivos na traseira e nas laterais. Na dianteira, os faróis possuem máscara negra e os faróis de neblina têm moldura preta. A inscrição “GT Line” aparece ao lado do farol esquerdo, entre a tampa do capô e a grade.
Os retrovisores são na cor preto brilhante e as exclusivas rodas de liga-leve de 15 polegadas também são na cor preta. As maçanetas são na cor da carroceria, que oferece quatro opções: vermelho, prata, branco e preto.
Já na traseira, o Sandero GT Line se diferencia por um aerofólio, pelas lanternas escurecidas e pela ponteira do escapamento cromada. A tampa do porta-malas também tem a inscrição “GT Line”.
Por dentro, cores vermelhas aparecem nos cintos de segurança e em costuras nos bancos, que têm tecido em alto relevo, e no volante, além da inscrição do modelo nos encostos de cabeça dianteiros.
Já o painel de instrumentos recebeu novo grafismo para realçar a esportividade, com números mais destacados do conta-giros e velocímetro. Os medidores digitais da gasolina e temperatura do motor estão em fundo escuro.
De série, o GT Line conta com airbag duplo, ar-condicionado, direção hidráulica, banco do motorista com regulagem de altura, desembaçador traseiro, rádio CD-MP3 com comando satélite na direção, trio elétrico, volante revestido em couro e alarme. Freios ABS são opcionais.
O motor 1.6 16V Hi-Flex, que voltou à linha do Sandero, tem 112 cv de potência e 15,5 kgfm de torque quando abastecido com álcool. Segundo a Renault, o GT Line é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 10,1 segundos e pode atingir 184 km/h de velocidade máxima. A parte mecânica não sofreu alterações e relação às demais versões do Sandero.
Com preço de R4 42.590 (R$ 1.000 a mais com ABS), a Renault espera vender 300 unidades por mês da série limitada GT Line. As vendas começam já no mês de outubro e vão até maio do próximo ano.

Ficha Técnica
Motor: 4 cilindros, 1598 cm3
Potência: 112 cv (etanol) / 107 cv (gas.) a 5750 rpm
Torque: 15,5 mkgf (etanol) / 15,1 mkgf (gas.) a 3750 rpm
Câmbio: manual de 5 marchas, tração dianteira
Aceleração de 0 a 100 km/h: 10,1 seg. (etanol) / 10,2 seg. (gas.)
Velocidade máxima: 184 km/h (etanol) / 181 km/h (gas.)
Dimensões: comprimento 402 cm, entre-eixos 259 cm, altura 152 cm, largura 174 cm
Peso: 1087 kg

Renault Twingo


Twingo é um modelo citadino da Renault, também conhecido como o carro de fazer filhos.
Surgido em 1993 este mini-automóvel veio revolucionar as cidades europeias. Inicialmente foi concebido para apenas possuir um tipo de carroçaria uma versão e um motor. A carroçaria é de 3 portas tipo monovolume (foi este modelo que impulsionou outras marcas a fazerem citadinos tipo monovolume...). A versão inicial apenas possuía como opção o Ar Condicionado, o tecto de abrir panorâmico e estava disponível em várias cores claras e alegres (uma das razões do seu sucesso). Os seus bancos traseiros rebatiam e deitavam (criando assim um ambiente propício à procriação), o que juntamente com os da frente, tornavam-no numa bela cama...(Uma revista espanhola elegeu-o como «o carro do amor»).
O seu motor era o fiável 1237 c.c. e 55cv. Contudo a boa receptividade do público e a necessidade de criar um Twingo à medida de cada um trouxeram vários pacotes de equipamento (Pack - Vidros elécrticos, fecho central de portas com telecomando, rectrovisores eléctricos... por ex.). Foram também fabricadas várias séries limidadas com interiores e estofos relativos a cada série (Zoom, Spring, Kenzo, Alizé etc...) e normalmente equipados com o Pack, tendo algumas séries incluído airbag e ar condicionado (Kenzo).
Outra revolução do Twingo foi a versão Twingo Easy em que a caixa de velocidades era manual, mas com embraiagem pilotada (dispensa o pedal de embraiagem), é uma boa opão para que necessita de um carro só com 2 pedais mas não quer uma caixa automática. Em 1996 a motorização foi renovada pelo novo motor D7F com 1149c.c. de 60cv. Surgiram também novos interiores e passou a ter também 3ª luz de stop na tampa da mala. Com este novo motor o Twingo tornou-se mais económico e mais potente e reforçou os argumentos perante as novas ameaças do mercado (Ford Ka, Lancia Y etc...). Porém, o Twingo conseguiu sempre manter-se na liderança associado a preços competitivos, conforto e qualidade de construção. No final de 1998 um reestyling trouxe-lhe novas ópticas, pára-choques e farolins. O interior também foi totalmente renovado: novos bancos e tabliê, passou a incluir duplo Airbag de série e Airbags laterais em opção. Foi adicionado à lista de opcionais a possibilidade do tecto de abrir panorâmico em vidro. Foi chamado de Twingo 2.
Surgiu a versão Initiale Paris, uma versão topo de gama cheia de charme digno de ser conduzido por uma madame Parisiense... Tinha o interior em tons de beje, bancos em pele, volante em pele, Rádio CD com comando satélite, Ar condicionado, Direcção assistida, pintura metalizada excusiva, jantes especiais, faróis de nevoeiro etc... O ano de 2001 trouxe novidades ao pequeno Renault: O novo motor 1149 c.c. com cabeça 16v passava a contar com 2 motores com 60cv e 75cv. Os faróis também foram substítuidos por faróis de vidro liso, vieram novas cores e interiores que têm ajudado o Twingo a manter-se muito actual 13 anos depois... Recentemente as vendas têm vindo a decrescer, portanto a marca decidiu que seria o momento certo para lançar o novo Twingo, mas com um visual completamente renovado. A produção do anterior modelo foi terminada em 2006. Sendo esperado o novo modelo: Twingo II, em meados de 2007.

Renault Scenic


Scénic foi uma mini-van de porte médio da Renault, declarando o fim de sua produção no Brasil em Julho de 2010.
Inicialmente o Scénic era conhecido como Renault Megane Scénic. Isto porque no começo da década de 90 a Renault teve a ideia de lançar uma linha completa de carros em cima de uma única plataforma, eram eles: Megane Hatch, Megane Sedan, Megane Grand Tour, Megane CC e Megane Scénic.
No entanto o inovador Scénic, menor e mais barato que o Espace, até então único do segmento da montadora, fez tanto sucesso que decidiram separa-lo da linha Megane. Hoje ele está na sua terceira geração na Europa e conta com duas versões, Scénic e Grand Scénic. Sua colocação entre a concorrência foi satisfatória, antes da chegada de novos concorrentes, que contavam com projetos mais atuais. Existiu também uma versão 4WD que se chamava Scénic RX4.

Renault Symbol

Renault Symbol foi lançado no Brasil no primeiro trimestre de 2009, sendo produzido na Argentina . Como substituto do Clio Sedan, compartilha motor câmbio e várias peças comuns a linha Renault. O Symbol conta com duas opções de motor: 1.6 16V 110/115cv e 1.6 8V de 92/95cv e chega para ocupar o espaço entre osRenault Logan e Renault Mégane.

Renault Gordini


Gordini foi um carro lançado pela francesa Renault em 1958 na Europa e, mediante licenciamento, pela Willys Overland em 1962 no Brasil. Também foi uma empresa pertencente a Renault.                           
Era o sucessor do Dauphine, com uma mecânica mais refinada. Tinha os mesmos 845 cc de capacidade cúbica, mas desenvolvia 40 cv e possuía um câmbio de quatro marchas que lhe dava um desempenho bem superior ao modelo original, com apenas 31 cavalos e câmbio de três marchas. O aumento de potência no motor Ventoux foi obra de Amédée Gordini, piloto e respeitado construtor de motores e carros de competição nos anos 50 e 60.
O Gordini tem menos de 4 metros de comprimento e 1,44 metro de altura. Mesmo com quatro portas, a impressão é de que quatro adultos não cabem lá dentro. A carroceria é monobloco e a suspensão, independente nas quatro rodas.
O motor, traseiro, é pequeno e sobra muito espaço sob o capô. Pequeno mas cumpridor. Sua performance foi elogiada pela imprensa especializada já nas primeiras provas. A revista Quatro Rodas, no teste de lançamento, fez com o Gordini de 0 a 100 km/h em 28,7 segundos e chegou aos 125 km/h de máxima. No trânsito da cidade, seu consumo foi de 8,3 km/l. Estava fadado ao sucesso, afirmava a revista.
Mas a boa crítica não o livrou de um incômodo apelido tascado pelo povo, emprestado de uma campanha publicitária de leite em pó: "Leite Glória...", rapidamente seguido de um "desmancha sem bater." Credita-se essa maledicência a uma crônica dificuldade de relacionamento da suspensão com nossas ruas e sua tendência de transformar a água do radiador em vapor.

Renault Megane


Mégane (pronuncia-se Megãne ou Mǐgone) é um modelo médio da Renault que é disponibilizado nas versões hatch, sedan, break, coupé e descapotável. Actualmente na sua segunda geração, possui uma oferta variada de motores que vai desde o pequeno 1.4 16v (98cv) ao 2.0 16v RS (225cv), passando pelos Diesel 1.5dCi (85 ou 105cv) e 2.0dCi (150cv). Ficou conhecido por ser o primeiro familiar compacto a atingir as 5 estrelas nos crash test da Euroncap.
No Brasil, é vendido nas versões sedan e break (Grand Tour), devendo ter, como importado, a versão hatch a partir de 2007. Há duas opções de motorização: 1.6 Hi-Flex(funciona com gasolina(110cv) ou álcool(115cv) e 2.0 16v(138cv - MT 6 vel. ou AT 4 vel.). É um dos carros mais completos oferecidos no país e tem duas versões: Expression e Dynamique.
Nessa ultima geração o novo Mégane tem a vantagem de ser fabricado no Brasil, as gerações anteriores eram produzidas na Argentina e vinham para o Brasil favorecidos pelo Mercosul, contando assim com peças e custo ao preço de um nacional.Até o fim de 2010 a perua deve sair da linha e o sedã deve ser substituido pelo novíssimo Renault Fluence.

Renault Sandero


Sandero é um modelo desenvolvido pela Renault e sua subsidiária romena Dácia, visando especialmente os mercados em desenvolvimento do Leste Europeu e Latino-americano. O carro baseia-se na plataforma B90, a mesma utilizada pelo Clio III europeu e Renault Logan, e apesar de ser um hatchback, está posicionado em um segmento de mercado (e de preço) acima do Logan, modelo do qual deriva.
Sob diversos ângulos, pode-se notar que o Sandero tem um desenho claramente inspirado no do Clio III europeu. Ambos os carros também possuem dimensões externas bem semelhantes. Contudo, o Clio III é bem mais requintado em termos de acabamento, além de possuir mais equipamentos de conforto e segurança. Menos de um ano após o sucesso do lançamento do Sandero, no Brasil, a Renault desenvolveu um novo Sandero o Stepway, que nada mais é do que uma versão, com apliques "aventureiros", da qual a Renault trata como um novo modelo.

O carro tem apelos off road, que são carros de passeio, com alguns apliques de plásticos e visual mais encorpado.
Para diferenciar das demais versões o carro ganhou pára-choques dianteiro e traseiro, mais envolvente, com o dianteiro lembrando a figura de um quebra-mato, faróis mascára-negra, rack de teto e rodas de 16 polegadas. Além disso possui um adesivo, opcional grátis, com diferentes temas, sendo Eletronick, Flower, GPS, Sport, Street e Tattoo.
Ganhou ainda, algumas modificações técnica, para conseguir efrentar melhor possível trechos e estradas mais "radicais", ficando com altura do solo de 185 mm e com bitolas maiores, dianteira de 1.504 mm e traseira de 1.484 mm. Com isso, em comparação a versão normal, o Stepway ficou um pouco mais largo, de 1.746 mm para 1.751 mm.
A única opção de motorização de versão é a 1.6 16v, a mesma oferecida nas versões Privilège e Nokia.. e um dos mais modernos propulsores da atualidade.
O lançamento da Renault, tem como objetivo fazer frente aos concorrentes, VW CrossFox, Fiat Palio Weekeend, Ford Fiesta Trail e Citröen C3 XTR, entre outros aventureiros urbanos. 

Renault Logan

Logan é um Automóvel Sedan-Compacto Popular, desenvolvido em parceria pela Renault e pela Dacia, visando especialmente os mercados emergentesO Logan possui somente 3.000 peças (seus concorrentes possuem no mínimo 5.000), o que torna seu processo produtivo barato. Além disso, é um veículo com grandes dimensões, se comparado com os concorrentes diretos. O Logan possui uma suspensão mais rígida do que a dos concorrentes, mas não penaliza tanto o conforto, que é compensado pelo espaço interno. Nos locais onde é comercializado seu valor dificilmente ultrapassa os 10.000 Euros, sendo portanto mais barato do que concorrentes menores e menos equipados (como o Peugeot 206). Contudo, no Brasil o Logan é vendido como compacto premium, sendo pouco mais caro que o 206 ou o Renault Clio.
Segundo o CESVI do Brasil, centro de pesquisa que estuda a reparação de veículos, repor peças danificadas num Logan custa menos que em qualquer outro carro da categoria. O Logan é forte e robusto. Sua estrutura reforçada foi desenvolvida para enfrentar os mais diversos tipos de pavimento e as mais severas condições de rodagem. Desenvolvido por volta de 2004, o Logan é a proposta ambiciosa do Carro Popular. No Leste Europeu onde é vendido pela Dacia (com exceção da Rússia), custa cerca de 5.700 Euros.
A Fabricante Romena Dacia foi comprada em 1999 pela Francesa Renault. O Logan viria a ser então, um dos primeiros veículos da nova Dacia, sendo uma proposta para os mercados emergentes. O Logan deu tão certo que está sendo comercializado também pela Renault. O sucesso do Logan vendido pela Dacia foi grande e o automóvel passou a ser produzido em 7 Paises, e vendido em cerca de outros 50 Paises, em Cinco Continentes, como: RússiaAlemanhaBrasil e outros.
Nestes paises, o Logan é vendido como Renault Logan e não como Dacia Logan, apesar de serem o mesmo veículo.
Na Romênia, onde surgiu o Logan, ele é vendido pela marca Dacia (Pertencente a Renault).
Ainda no México, o Logan é vendido sob o nome de Aprio com a marca da japonesa Nissan (Parceira da Renault).
Desde 2004 vendeu mais de 500 Mil Unidades na Europa. 

Renault Clio


Renault Clio é um automóvel francês fabricado pela montadora Renault, no Brasil é fabricado em São José dos PinhaisParaná.
Renault Clio vem de série com equipamentos que são opcionais em outros veículos da categoria. Foi o primeiro carro da categoria popular a possuir airbag duplo de série em todas as versões, freio a disco ventilado, suspensão com sub-chassi e batente hidráulico. É comercializado, no Brasil, com motores de 1.0L e 1.6L, de 8 e 16 válvulas. Em Portugal é vendido com o motor 1.2L 16v, 1.5L DCI a diesel e 1.6L.
Em Portugal o seu modelo mais vendido é o Clio Comercial (versão de trabalho), tendo ganho bastante notoriedade junto das empresas portuguesas por se tratar de um carro fiável e de baixo custo aquisição e manutenção.
O Clio tem paralamas frontais em fibra de carbono, design apelativo e uma mecânica bastante resistente.
Em finais de 2005 foi lançado o Clio III, a versão mais actual do utilitário da Renault e que tem o seu expoente máximo no Clio F1 Team - um carro que homenageia a equipa de Fórmula 1 da Renault e que tem 197 cavalos de potência.
Foi eleito a 3ª melhor compra de 2007 pela revista Quatro Rodas, atrás de Honda Fit e Honda Civic, e à frente do Toyota Corolla.
Acredita-se hoje em dia que o Renault Clio será re-estilizado no Brasil. Entre os argumentos mais fortes estão a descontinuidade do motor 1.6, as vendas mais expressivas do Logan e Sandero. Em 2009 o Renault Clio Sedan foi substituído pelo Renault Symbol. 

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