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Honda Accord
Honda CR-V
Honda Civic
Superstição ou não, o Civic 2013 praticamente não existiu. Ou melhor, existiu só no documento. O modelo 2013, que foi lançado em agosto de 2012, não tinha alterações em relação ao modelo 2012 (que estreou em dezembro de 2011). Agora a Honda acelera a folhinha e apresenta o Civic 2014, que traz boas-novas. Começa pelas versões disponíveis. Os nomes mudaram e no lugar de cinco opções - LXS e LXL (ambas manual e automática) e EXS (automática) - ficaram quatro: LXS (manual e automática) e LXR e EXR (automáticas). A LXS continua com motor 1.8, mas recebeu novo câmbio manual de seis marchas, em vez de cinco. E as outras ganharam novo motor 2.0. Aqui, nós alinhamos as versões 1.8 LXS manual e 2.0 LXR automática para um teste duplo. O motor 2.0 tem, naturalmente, mais força que o 1.8. Ele produz 155 cv de potência e 19,5 mkgf de torque, enquanto o 1.8 gera 140 cv e 17,7 mkgf. Mas, como se pode ver pelas curvas de torque e potência no fim do teste, a engenharia priorizou o rendimento diante do desempenho. O gráfico mostra que o torque é maior em todas as rotações, enquanto a potência se evidencia apenas a partir de 3 000 rpm. Comparando os números de pista da versão 2.0 LXR com a antiga 1.8 LXL, vê-se que houve discreta melhora no desempenho. No consumo, o ganho é mais sensível. Nas provas de 0 a 100 km/h, o tempo baixou de 11,1 para 10,9 segundos. Nas retomadas de 80 a 120 km/h, caiu de 8,1 para 7,3 segundos. A versão anterior fez 7,8 km/l na cidade e 9,4 km/l na estrada. Agora conseguiu as médias de 7,9 e 11,8 km/l, respectivamente (sempre rodando com etanol). Assim como o 1.8, o motor 2.0 também é flex, mas dispensa o reservatório auxiliar de gasolina para partidas nos dias frios. O 2.0 é equipado com velas aquecedoras de combustível (parecidas com as que existem nos motores diesel) que, segundo a fábrica, possibilitam o funcionamento do motor mesmo que o combustível esteja com temperaturas de até cinco graus negativos. Além de mais cômodo, o dispositivo é ambientalmente mais correto, uma vez que o tanquinho é fonte de emissões evaporativas. Aparentemente simples, a aposentadoria do tanquinho deu trabalho aos projetistas. Eles tiveram de retirar diversos componentes que se tornaram inúteis. Além do próprio reservatório, foram suprimidos as linhas de combustível adicionais e o segundo bocal com todo seu sistema de abertura (o que acarretou também mudanças na cabine). Feito isso, os engenheiros reorganizaram o espaço no compartimento do motor para a chegada dos componentes do novo sistema (como as velas aquecedoras e a central eletrônica que as controla) e criaram um suporte para bateria ampliado. Segundo estimativa da empresa, entre presilhas e componentes maiores, cerca de 1000 peças (das aproximadamente 5 000 existentes no Civic) foram trocadas. Nas versões 1.8, o Civic continua com o sistema de partida a frio convencional, mas também recebeu aperfeiçoamentos técnicos. A avanço foi feito na transmissão de seis marchas. A Honda afirma que encurtou as relações das quarta e quinta para que a sexta marcha fosse um "super overdrive", ou seja: uma relação para permitir que o veículo rode em rotações baixas, com o mínimo consumo. Na pista, o benefício do novo câmbio foi observado nas medições de consumo rodoviário, em que o Civic 1.8 mecânico conseguiu a boa média de 11,1 km/l. Em relação ao desempenho, a transmissão manual fez valer sua maior rapidez nas trocas e levou o Civic 1.8 a acelerar em um tempo mais baixo que o 2.0 automático. Apesar de ter menos torque, ele fez de 0 a 100 km/h em 10,2 segundos. Em função das melhorias, e também do aumento do IPI, que em janeiro passou de 5,5% a 7% para os veículos equipados com motores entre 1.0 e 2.0, o Civic 2014 ficou mais caro. A versão 1.8 LXS manual passou de 62 990 reais para 66 690 reais. E a 2.0 LXR automática sai por 74 290 reais, substituindo a 1.8 LXL automática, na faixa intermediária, que custava 67 040 reais.
Honda Fit
Substituir um campeão de vendas por uma nova geração é um movimento bastante arriscado e delicado. Não há chance de errar, sob o risco de jogar toda uma reputação por água abaixo. Para sorte da Honda, dificilmente isso acontecerá com o Fit. Pelo contrário: são enormes as chances dela não só reter seus clientes, como conquistar gente que nunca pensou em ter um Fit. E isso é um bom sinal. O principal chamariz da terceira geração do monovolume está no visual. Em vez das linhas mais comportadas, feitas sob medida para agradar o público feminino (como mostram pesquisas realizadas pela própria marca), o novo Fit tem estilo mais agressivo. A frente inaugura a nova identidade visual da Honda no país, com traços futuristas e uma grade pronunciada. Um vinco ascendente "corta" as laterais, acabando nas lanternas em forma de cunha, prolongadas por refletores que cobrem as colunas "C". Até os para-choques traseiros ganharam entradas de ar falsas, que podem não ser funcionais, mas deixam o carro com um ar bem mais esportivo. No geral, o novo Fit é 9 centímetros mais longo e tem distância entre-eixos 3 milímetros maior frente a seu antecessor. A cabine ganhou mais refinamento, especialmente nas versões mais caras. Todos os mostradores e comandos ficam voltados para o motorista, numa solução que as montadoras de automóveis gostam de chamar de "cockpit". A versatilidade dos bancos foi mantida com o modo ULT (do inglês "Utility Long Tall"), que permite rebater ou dobrar os assentos para o transporte de objetos longos ou altos. O modelo inclui ainda um quarto modo, chamado Refresh, no qual os bancos da frente podem ser completamente reclinados, transformando o interior em uma cama de casal. Como já acontecia no antigo Fit, o carro traz diversos porta-objetos espalhados pela cabine, incluindo até dois porta-copos com diâmetros reguláveis à frente das saídas de ar-condicionado laterais. Toda a linha Fit será oferecida somente com o motor 1.5 16V i-VTEC. Baseado no antigo 1.5, ele incorpora tecnologias como controle eletrônico variável de sincronização e abertura de válvulas (varia o tempo e a profundidade da abertura das válvulas de acordo com a rotação do motor), aumento da taxa de compressão e a redução do atrito entre as peças. O conjunto também tem a tecnologia Flex One, que dispensa o reservatório de partida a frio. A potência chega aos 116 cv a 6.000 rpm, com torque máximo de 15,3 mkgf a 4.800 rpm quando abastecido com etanol. As versões EX e EXL contam com transmissão continuamente variável (CVT), ausente no antigo Fit. Em comparação com a caixa CVT da primeira geração, este novo conjunto traz um conversor de torque, melhorando a tração, aceleração e economia de combustível. Segundo dados fornecidos pela Honda, o Fit 1.5 CVT faz 8,3 km/l na cidade e 9,9 km/l na estrada, com etanol no tanque. Com gasolina, ele é mais econômico, fazendo 12,3 km/l e 14,1 km/l. No caso do modelo com câmbio manual, os números de consumo são de 8,3 km/l na cidade e 9,5 km/l na estrada, abastecido com etanol. Se a escolha for pela gasolina, os números sobem para 11,6 km/l e 13,6 km/l, respectivamente. Estes resultados fizeram o carro obter a classificação "A" no ranking de economia de combustível formulado pelo Inmetro. A linha Fit 2015 será formada por quatro versões. Por R$ 49.900, a opção de entrada DX traz ar-condicionado, direção com assistência elétrica, vidros e travas elétricas, airbag duplo frontal, freios ABS, grade frontal e espelhos retrovisores pintados de preto e rodas de aço com calotas aro 15. A versão seguinte é a LX, que por R$ 54.200 acrescenta itens como rádio Double Din com entrada USB, detalhes na cor da carroceria, banco do motorista com regulagem de altura, sistema modular ULT, retrovisores com regulagem elétrica e rodas de liga leve de 15 polegadas. A partir da versão EX (R$ 62.900, apenas com câmbio CVT), o carro inclui uma tela touchscreen de LCD de cinco polegadas, Bluetooth, câmera de ré com três ângulos de visão (panorâmica, normal e superior), faróis de neblina, grade frontal em acabamento preto brilhante, rodas de liga leve aro 16, chave canivete, rádio Double Din com reprodução de arquivos em MP3 e WMA e entradas auxiliares P2 e USB. A versão topo-de-linha é a EXL (R$ 65.900), que troca o revestimento de tecido por couro e a iluminação âmbar por outra azulada. Esta configuração também inclui airbags laterais frontais, indicador ecológico e de consumo instantâneo, piloto automático,computador de bordo, para-brisa degradê, repetidores de seta nos espelhos retrovisores.Na versão EXL pelas ruas e estradas de Florianópolis (SC), pode se comprovar a evolução do Fit. A transmissão CVT tem funcionamento mais suave do que a antiga caixa automática convencional do modelo, especialmente em baixas rotações. É nítida a mudança de comportamento do veículo quando o modo Sport é selecionado, fazendo o carro responder mais rapidamente aos comandos do motorista, especialmente nas acelerações. No dia-a-dia, a direção com assistência elétrica facilita as manobras em espaços apertados e o interior versátil permite carregar objetos grandes sem dificuldades. A vida também é fácil para os passageiros do banco de trás, que ganharam mais espaço para as pernas graças ao aumento na distância entre-eixos. A Honda estima que a versão mais procurada deve ser a LX, respondendo por 49% do mix de vendas. A EX surge com 38%, seguida pela top EXL (10% do mix) e a versão de entrada DX deve ser a menos procurada, com apenas 3% das vendas. A marca projeta comercializar 48 mil veículos de abril até dezembro deste ano. Para o ano que vem, a expectativa é superar o volume de 50 mil unidades, uma média superior a 5 mil carros vendidos por mês. O novo Fit será oferecido com três anos de garantia.
Honda Fit
O Jazz ou Fit é um monovolume compacto da Honda. O veículo é conhecido como Fit no Japão, China, América do Norte e América do Sul, e como Jazz na Europa, Oceania, Oriente Médio, África e partes da Ásia.
O carro é produzido com quatro motorizações, que variam conforme a região:
- 1.2 litro i-DSI
- 1.35 litro i-DSI
- 1.5 litro i-DSI
- 1.5 litro VTEC No Brasil' é o carro mais vendido da Honda, tendo ganho por quatro vezes o título de carro que mais satisfaz os compradores (Quatro Rodas). É encontrado em 3 versões diferentes, com 2 opções de motorização e 2 opções de câmbio (Manual e CVT):
- LX 1.35 litro i-DSI e 83 cv (flex)
- LX-L 1.35 litro i-DSI e 83 cv (flex)
- EX 1.5 litro VTEC SOHC e 105 cv (gasolina)
A versão LX já vem completa de fábrica, e só fica devendo ao LX-L pelo ABS, o airbag para passageiro e o CD player. Já o EX difere das outras pelo motor VTEC, pelas rodas com desenho diferenciado e os retrovisores com indicadores de mudança de direção, além de oferecer sistema de som com capacidade para 6 discos. Todos os modelos da linha 2007 (fabricada curiosamente desde fev/2006) já contam com rodas de liga-leve. Desde a LX 1.4 até a EX VTEC.O que mais se destaca no Fit é o espaço interno muito bem aproveitado, através do sistema UTL (Utility, Tall, Long), que permite diversas configurações dos bancos, possibilitando o transporte de objetos longos, altos ou de grande volume. Isto é possível pela localização do tanque de combustível, que fica sob os bancos dianteiros, proporcionando grande ganho de espaço traseiro.
Honda
Honda Motor Company, Limited (em japonês: 本田技研工業株式会社 Honda Giken Kōgyō Kabushiki Kaisha?, Instituto Honda de Pesquisa Tecnológica Companhia Limitada) é uma das mais importantes montadoras de automóveis e motocicletas do mundo. Fundada porSoichiro Honda, um jovem sonhador e realizador que desde a infância mostrava-se um visionário de seu tempo. Com isso surgiu o lema: "The power of dreams" (em português, o poder dos sonhos). Embora seja uma empresa sediada no Japão, a Honda exporta seus veículos para o mundo inteiro. Em 26 de outubro de 1971 começa a funcionar a Honda Motor do Brasil Ltda., responsável pela importação e distribuição dos produtos Honda no País. No ínicio apenas motocicletas, dois anos mais tarde também produtos de força. Em 1974, a Honda adquiriu um terreno de 1 milhão e 700 mil metros quadrados em Sumaré, no interior do estado de São Paulo, para instalar a fábrica de motocicletas. Um ano depois, o governo vetou a importação de motocicletas, o que forçou a Honda a antecipar seu projeto e construír sua fábrica em "Manaus"(AM). A grande vantagem desta fábrica é a localização na Zona Franca, permitindo importar componentes do Japão com preço competitivo. Tendo Pelé como garoto-propaganda, começa em setembro de 1976 a produção daHonda CG125, moto urbana de mecanica simples. Em 1977, eram fabricadas 34 mil motocicletas no mercado brasileiro e a Honda já respondia por 79% deste total. Em 1981 foi produzida na fábrica de Manaus a primeira motocicleta a álcool do mundo, uma CG 125. Atualmente, segundo a ABRACICLO (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares) a Honda produziu no Brasil no ano de 2005 um total de 981.590 motocicletas, o que corresponde a 80,9% da produção brasileira. O índice de nacionalização de uma CG 150 Titan é de 95%. No ano de 1992 a Honda iniciou a importação de automóveis para o Brasil. Inicialmente com a comercialização do modelo Accord e após do Accord Wagon, Civic Sedan, Civic CRX, Prelude e o Civic esportivo hatchback. Com uma boa perspectiva a Honda decide construir uma fábrica de automóveis no terreno que mantinha há mais de 20 anos em Sumaré. Em 3 de junho de 1996 começam as obras da nova fábrica, que foi inaugurada em 6 de outubro de 1997, com capacidade para produzir 15 mil unidades do modelo Civic Sedan por ano. Em 2005, de acordo com a Fenabrave (Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos Automotores) foram emplacados 57.039 veículos da marca no Brasil. O plano é continuar expandindo a fábrica de Sumaré até atingir as 100 mil unidades anuais. A Honda disponibiliza uma vasta gama de automóveis. Entre estes os modelos Civic, Prelude, Hr-v, Crx, Cr-v, Nsx, Accord, Element, Integra, Beat e o emblematico S2000 entre outros. A marca japonesa possui ainda os modelos Insight, IMA(integrated motor assist), e o mais recente Hybrid, sendo estes últimos modelos carros assistidos por motor electrico. Ultimamente, tem se destacado os novos modelos Fit. Trata-se de um modelo mais acessível ao público, sendo que a sua autonomia é grande em relação ao consumo de combustível. Em fevereiro de 2005, o Honda Fit passou a contar também com a motorização de 1.5 litros. Em novembro de 2006 foi lançado o modelo Fit a gasolina e a álcool. No ano de 2008 a montadora começou a produzir carros movidos a hidrogênio, sendo a primeira no mundo a realizar este feito. A Honda participou ou participa de diversos campeonatos motorizados, como a Formula 1 (até 2008), Indy Car, Moto GP, SuperSport, Motocross, Trials, MTB, HRC e Superboats.
Honda Civic 2007 à 2011
Em 2007 chegou o New Civic, com o motor i-VTEC (R18A1), por sinal muito moderno, que previlegia economia e silencio de utilização. Vendido em 3 versões: LX (para deficientes, com motor 1.8 e 125 cv), LXS (1.8 140 cv) e a top EXS (1.8 140 cv) que dispõe até de trocas de marcha atrás do volante, recurso este chamado de "Paddle-Shift". Outubro de 2006, marcou a chegada do Civic Si 2007, o carro nacional mais potente. São 192 cv, 4 portas e um interior bem luxuoso. O cãmbio é de 6 marchas, e o veículo possuí até LSD (diferencial auto-blocante). A carroceria da versão esportiva difere apenas pelas letras "i-VTEC DOHC" na lateral, pelas rodas aro 17 e pelo aerofólio discreto no porta-malas. Foi eleito pela Revista Autoesporte o Carro do Ano de 2007.
O Carro
O New Civic alia atributos consagrados e inovações tecnológicas a um modelo que já se tornou referência no concorrido segmento dos sedãs médios. Para a Honda, não existe design sem conforto, não existe desempenho sem segurança. Por isso, lançou mão dos conceitos mais avançados de engenharia para desenvolver um automóvel completo. A maior prova é que o New Civic vem arrebatando os mais importantes prêmios da imprensa especializada nacional e arrancando elogios de público e crítica, consagrando-se o carro mais desejado do Brasil.
Design
O design é que dá personalidade a um carro. E o New Civic é um carro de personalidade forte. Apresenta uma silhueta esportiva, assegurando melhor coeficiente aerodinâmico. A frente possui design futurista, a traseira complementa a estética global do veículo, com lanternas multirreflexivas que se estendem na tampa do porta-malas. Sua combinação de ângulos curvos e retilíneos transmite força e imponência. As rodas de liga leve de 16 polegadas, disponíveis em todas as versões, reforçam a presença do conjunto. E, na versão EXS, os indicadores de direção nos retrovisores, faróis de neblina e maçanetas com detalhes cromados complementam seus atributos com requinte e sofisticação.
Conforto e Comodidade
Para proporcionar uma experiência única a bordo, a Honda desenvolveu um amplo estudo sobre ergonomia e o resultado é um conjunto de inovações e soluções inteligentes. O exclusivo Cockpit Multiplex traz o painel de instrumentos Blackout em dois níveis. O volante conta com multiajuste e, na versão EXS, abriga também os comandos do sistema de áudio e do piloto automático, possibilitando ao motorista acionar as funções sem tirar suas mãos da direção. O sistema de som de última geração dispõe de CD Player (6 discos na versão EXS), rádio AM/FM, MP3, WMA e dispositivo antifurto. Outra inovação é o SVC (Speed Volume Control), que ajusta automaticamente o volume do som com base no aumento da velocidade do veículo.
Segurança
O New Civic é construído sobre uma plataforma inovadora, cuja estrutura incorpora alta tecnologia construtiva, refletindo em maior segurança e solidez, além de garantir um interior mais silencioso. Vários itens complementam o excelente conjunto de segurança: air bag duplo de última geração, cintos de segurança de 3 pontos com pré-tensionadores (ELR) nos bancos dianteiros e traseiros laterais, apoios de cabeça com regulagem de altura para todos os ocupantes, sistema de freios ABS e EBD e lanternas de longo alcance visual. O compromisso da Honda com a segurança estende-se também aos pedestres. A superfície e os componentes da área do capô foram projetados para deformarem-se, amortecendo o impacto em caso de atropelamento.
Desempenho
Quando se acelera o New Civic, a resposta vem em forma de alta performance, baixo consumo de combustível e reduzida emissão de poluentes. Tudo isso se deve à tecnologia dos motores Honda i-VTEC de 1,8 litro, 16 válvulas e 140 cv, equipados com o avançado sistema bicombustível Honda Flex, composto por quatro bicos injetores para garantir a partida a frio sem falhas e subtanque lateral com proteção em aço naval e abertura interna. O New Civic possui um avançado sistema de aceleração eletrônica, tecnologia que permite dirigibilidade superior, mais segura, com acelerações e retomadas mais precisas, suaves e lineares.
A transmissão automática inteligente, com o exclusivo sistema Honda Grade Logic Control, gerencia eletronicamente a escolha das marchas. Na versão EXS, o moderno sistema S-Matic permite a troca de forma seqüencial, através de "borboletas" (Paddle Shift) localizadas atrás do volante, como nos carros de competição. A versão LXS apresenta ainda transmissão manual de 5 velocidades, para uma condução mais esportiva.
Janeiro/2010
Honda Lança o Civic LXL, que chega para preencher a lacuna entre as versões LXS e EXS. Equipado com o mesmo motor 1.8 das demais configurações, o sedã conta com itens que não são oferecidos na básica LXS, como retrovisores com repetidores de seta, sistema de som com tweeters para reprodução de agudos, volante de três raios com detalhes na cor prata e tampa do porta-malas com forração interna e abertura por comando na chave. O LXL ainda possui rodas de liga leve exclusivas, que são praticamente idênticas às do esportivo Si. O Civic LXL também adiciona itens mais modernos em todas as outras versões. É o caso da direção com assistência elétrica (EPS), que, segundo a Honda, não rouba energia do motor e fornece maior facilidade de manobras em baixa velocidade, além de mais firmeza em velocidades altas. O sistema de ar-condicionado também foi revisto e recebeu novo compressor, novo condensador, novas tubulações e conexões. A adição de um novo sensor de marcha lenta e a reprogramação da transmissão automática também foram algumas mudanças realizadas no sedã. Com a chegada do LXL, a versão LXS passa a ser vendida apenas com bancos de tecido, sendo que o revestimento de couro é oferecido como opcional no LXL e de série no EXS. Airbag duplo, freios com sistema anti-travamento (ABS), cintos de segurança dianteiros com pré-tensionador e piloto automático são vendidos de fábrica em todas as versões.
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
Motor
•Honda i-VTEC 16 v, 1.799 cilindradas (cm3), com 140 cv de potência x 6.200 rpm (álcool) e 138 cv de potência x 6.200 rpm (gasolina) e torque de 17,7 kgf.m x 4.300 rpm (álcool) e 17,5 kgf.m x 5.000 rpm (gasolina). (LXS/EXS) •Liga de alumínio •4 cilindros em linha •Sistema de injeção multiponto PGM-FI •Sistema de ignição eletrônica mapeada
Transmissão
•Manual de 5 velocidades (LXS) ou automática de 5 velocidades com Lock-Up Ativo e Grade Logic Control (LXS e EXS). •S-Matic: seletores de marcha no volante – Paddle Shift (EXS)
Direção
•Pinhão/cremalheira com assistência hidráulica Rodas/Pneus •Rodas de liga leve aro 16 x 6,5 JJ •Pneus 205/55 R16 91V
Suspensão
•Independente nas 4 rodas •Dianteira McPherson •Traseira Double Wishbone
Dimensões
•Altura: 1.450 mm •Bitola (diant./tras.): 1.492 mm / 1.521 mm •Comprimento: 4.489 mm •Distância entre eixos: 2.700 mm •Largura: 1.752 mm •Peso (Transmissão Manual/Transmissão Automática): 1.237 kg/1.267 kg (LXS) – 1.272 kg (EXS) •Capacidade do tanque de combustível: 50 litros •Capacidade do subtanque de partida a frio: 0,7 litro •Volume para bagagens: 340 litros
Segurança
•Air bag duplo frontal •Alarme com controle remoto na chave •Barras de proteção lateral nas portas dianteiras e traseiras •Cintos de segurança dianteiros e traseiros laterais de 3 pontos e traseiro central abdominal •Freios ABS (Anti-lock Braking System) com EBD (Electronic Brake Distribution) •Apoios de cabeça reguláveis em altura para todos os ocupantes
Conforto & Comodidade
•Abertura interna dos bocais de abastecimento e do subtanque •Ar-condicionado (automático na versão EXS) •CD Player (6 discos na versão EXS), rádio AM/FM, MP3, WMA e dispositvo antifurto •Banco do motorista com ajuste de altura •Coluna de direção ajustável em altura e profundidade •Controle de volume de áudio sensível à velocidade (Speed Volume Control – SVC) •Tomada de força auxiliar (12 V) •Volante com comandos de áudio e piloto automático (EXS) •Indicadores de temperatura externa e consumo médio de combustível (EXS) •Assoalho traseiro plano •Porta-objetos nas 4 portas, painel e console •Volante revestido de couro* •Aviso luminoso de nível baixo de gasolina no subtanque
Honda Civic 2001 à 2003
Esse novo modelo do Civic foi lançado no Brasil em 2001 e era vendido na configuração sedan 4 portas com motor 1.7 16V, nas versões LX e EX, sendo a versão intermediária LXL lançada em 2004. Havia opção de escolha entre o câmbio manual de 5 marchas e o automático de 4 marchas.
O Civic já vinha com muitos itens de fábrica como ar condicionado, direção hidráulica, vidros elétricos, air bag duplo. Somente a versão EX possuía ABS.
Modificações:
2001 - 2002
- Primeira versão dessa geração.
2003
- A antena do rádio que ficava acima da porta do motorista, passou a ser interna.
- A suspensão foi modificada para ficar mais suave com adoção de amortecedores e molas com nova calibragem e adição de barra estabilizadora na traseira, pois a anterior era considerada pela imprensa especializada como sendo muito dura.
- As lanternas traseiras foram modificadas.
2004 - 2006
- Ocorreu um facelift com novo design frontal (capô, grade, faróis, para-lamas e parachoques)
- Novos parachoques traseiros
- Introdução da versão LXL, intermediária entre a LX e a EX.
Honda Civic 1992 à 1995
Lançado no Brasil em 1992 o Civic era vendido nas configurações hatch (DX, LSi, Si, e VTi), sedan (LX e EX), coupé (EX e EXS)(A partir de 1994) e targa (CRX Si e VTi). Havia opção de escolha entre o câmbio manual e o automático (exceto VTi, somente com câmbio manual).
Os motores oferecidos no Brasil eram: D15B2 (LSi); D15B7 (DX e LX); D16Z6 (Si, EX e EXS); B16A2 (VTi) e B16A3 (VTI 1995). Nos motores D16Z6 E B16 eram oferecidos com a tecnologia VTEC.
A maioria dos modelos vendidos no Brasil já saiam da concessionária com bastante itens como ar condicionado, direção hidráulica, vidros elétricos, teto solar, air bag duplo e freios a disco nas 4 rodas com ABS. São raros os modelos sem ar condicionado, vidros acionados por manivelas e direção sem assitência hidráulica. Acessórios incluiam faróis de neblina e aerofólio.
Vários modelos também desembarcaram no Brasil via importação independente. Entre modelos flagrados encontram-se as versões VX, CX e Si peruano do Hatch e coupés fabricados em 1993.
Visualmente o sedan tinha a parte dianteira diferente do Hatch/Coupe. Mudavam parachoque, capô, paralamas e indicadores de direção (setas).
As versões sedan, targa e hatch podem ser encontradas na série de jogos Gran Turismo para os consoles Playstation e Playstation 2. Esta geração é muito popular nos EUA, aparecendo em grandes quantidades e variedades nos eventos de carros Tunnings.
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