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Ford Fusion Hybrid

Os carros híbridos já fazem parte da frota de automóveis em vários países, mas ainda tem cheiro de novidade no Brasil. O Fusion Hybrid é o primeiro modelo da Ford a contar com esta tecnologia por aqui e o segundo modelo híbrido a ser vendido no mercado nacional. O sedã é equipado com um motor Duratec 2.5 a combustão, que gera 158 cv e um torque de 18,76 mkgf a 2250 rpm, e um propulsor elétrico de 107 cv e torque máximo de 22,94 mkgf.
O modelo é movido apenas pelo motor a eletricidade até a velocidade de 75 km/h e em situações onde o veículo não desenvolve grandes velocidades, como no trânsito das grandes cidades. O motor a combustão opera em velocidades mais altas ou quando a bateria de níquel-metal precisa ser recarregada. O processo de recarga, aliás, é realizado automaticamente, por meio dos freios regenerativos (que recuperam a energia desperdiçada nas frenagens e desacelerações). Esta energia é armazenada em um gerador elétrico, que é integrado à transmissão continuamente variável (CVT) do carro.
Apesar do apelo ecológico, o Fusion Hybrid não dispensa o luxo que se espera de um carro desta categoria. Um dos destaques é o sistema multimídia SYNC, que inclui rádio CD Player com reprodução de arquivos em MP3, reprodutor de DVD, entrada auxiliar USB, conexão Bluetooth com comandos de voz e disco rígido com 10GB de memória para armazenamento de músicas.
O painel de instrumentos é composto por duas telas de LCD que podem ser personalizadas de acordo com o gosto do motorista. É possível escolher entre quatro modos de exibição, que mostram informações como nível de combustível, carga da bateria e consumo médio e instantâneo de gasolina. Existe até um modo que informa sobre o modo de dirigir mais econômico.
O carro ainda oferece travamento das portas por senha, tomada de 110 volts, teto solar elétrico, banco do motorista com dez tipos de regulagens elétricas, piloto automático, sistema de alerta da presença de veículos nos pontos cegos, sete airbags, freios com sistema anti-travamento (ABS) e distribuição eletrônica de frenagem (EBD), controle de tração, monitoramento da pressão dos pneus, câmera de ré e sensor de chuva.
A chave configurável MyKey é outra novidade, pois permite que o proprietário configure diversas funções na chave reserva por meio do computador de bordo. É possível controlar a velocidade máxima do veículo, o volume do rádio, o alerta do uso do cinto de segurança e até registrar a quilometragem percorrida. Segundo a Ford, o recurso foi projetado para ser usado quando se empresta o carro para os filhos ou se entrega a chave para o manobrista.
O Fusion Hybrid será vendido em versão única de acabamento por 133.900 reais. A Ford fornecerá garantia total de três anos e garantia de oito anos para a bateria de níquel-metal.

Ford Transit


Ford Transit é uma linha de vans, mini-ônibus e pickups produzidas pela Ford Motor Company na Europa.
O Transit foi o veículo comercial ligeiro mais vendido na Europa durante quarenta anos, ao ponto de que em alguns países o termo "Transit" se tornou genérico para se referir às vans comerciais.
Aproximadamente 5,000,000 de unidades foram produzidas desde 1953.

Ford GT90



Apresentado no salão de Detroit em 1995, o Ford GT90 nasceu com o propósito de superar os recordes dos carros super esportivos que até então ditavam os limites: Lamborghini Diablo e Ferrari F50. Já seguindo as linhas do estilo New Edge, o GT90 espantou não somente pelas formas e números de desempenho de sua época, mas também pela engenharia e eletrônica aplicadas no super carro.
Com um chasis de alumínio em forma de colméia e carroceria de fibra de carbono, o GT90 recebeu um propulsor em formato de "V", com 12 cilindros, 6 litros e quatro turbinas, que geram 730 cavalos de potência(720hp) e um enorme torque de 91,2 kgfm disponíveis a 4750 rpm. Com esses números, o GT90 precisa de apenas 3,1 s para atingir 100 km/h e chega a uma velocidade final de 378km/h, sendo esses, dados fornecidos pelo fabricante.
Na época, a Ford tinha intenção de produzir uma série limitada a 100 unidades do GT90, mas por razões não oficialmente divulgadas, produziu apenas uma, que se encontra na Divisão de Veículos Especiais da marca.
O GT90 pode ser pilotado em jogos eletrônicos e simuladores de direção, como Need for Speed IIGran Turismo 2Sega GT 2002Project Gotham Racing 3Ford Racing 2Ford Racing 3, entre outros. 
  • Motor: 6.0 V12 DOHC 48 válvulas, 4 turbinas
  • Cilindrada Especifica: 5927 centímetros cúbicos
  • Curso/Diâmetro: 77,3 mm X 90,0 mm
  • Potência: 730cv a 6600 rpm (720hp)
  • Torque (kgmf/rpm): 91,2 kgfm a 4750 rpm
  • Peso/Potência: 2,02 kg/cv
  • Velocidade Máxima: 235 mph (378 km/h)
  • Aceleração: 0 a 100 km/h em 3,1 segundos
  • Transmissão: Manual de 5 marchas + ré
  • Freios: A discos ventilados nas 4 rodas com ABS
  • Pneus dianteiros: 275/35 ZR18
  • Pneus traseiros: 335/30 ZR19
  • Comprimento: 4470 mm
  • Largura: 1963 mm
  • Altura: 1140 mm
  • Entre eixos: 2946 mm
  • Peso: 1453 kg

Ford Crown Victoria

O Crown Victoria é um sedan de grande porte construido pela montadora Ford para o mercado Norte-Americano nos meados da década de 1950. O carro foi produzido durante um ano e foi substituído pelo Ford Granada. Duas décadas depois, em 1978, o Crown começou a ser fabricado novamente. O carro é o Sedan mais vendido em Nova Iorque, e é o segundo carro mais utilizado pela polícia americana, perdendo apenas para o Chevrolet Impala SS. O Crown é vendido por cerca de US$ 25.000. O primeiro Crown Victoria foi lançado em 1955. Era um coupé de duas portas e seis lugares. Nessa época, também foi lançado o Crown Victoria Skyliner. A diferença dele para o comum é que ele tinha teto de vidro acrílico, o que fazia a temperatura do interior do carro subir muito e consequentemente, não foi muito produzido e não fez muito sucesso. O Skyliner foi bastante importado pela Suécia, por causa das baixas temperaturas. O LTD Crown Victoria foi apelidado de Vick ou "Crown Vic". Em 1979, o Crown foi relançado com duas polegadas a menos que o modelo de 1950 e muito melhor desempenho e mobilidade. O modelo fez bastante sucesso na época. Em 1983 foi lançado o Crown sedan, denominado "pony car" (assim como o Mustang). Foi o primeiro carro da Ford a ter chaves separadas para ignição e porta-luvas. Em 1992, o design do Crown foi totalmente mudado, deixando o carro mais atraente e aredondado. O carro ganhou 8 janelas e um motor de 4,6 L. O Crown tinha câmbio automático de 4 marchas e capacidade para 75.7 litros de gasolina. Em 1995, o Crown Victoria recebeu algumas modificações, incluindo freios ABS e controle de tração. Apartir de 1998 o Crown Victoria ganhou curvas mais aredondadas, melhorias na suspensão e desempenho. O carro perdeu algumas medidas, como o tanque de combustivel que foi diminuido para 71.9 litros, mas a mobilidade e desempenho aumentaram muito. O motor continou sendo o de 4,6 L modular V8. O modelo de 2003 teve mudanças no chassi melhorias na transmissão e lataria. O novo modelo do Crown Victoria ganhou mais mudanças visuais. Desde 1997, a Ford fabrica o Crown Victoria para a polícia dos Estados Unidos. O primeiro modelo de polícia foi o Crown Victoria P71, e depois o Police Interceptor. A diferença do Police Interceptor para o Crown Victoria normal é que o Interceptor já vem com vários itens essenciais para a polícia. O Crown Victoria ficou famoso por ser muito visto nos filmes americanos, onde era sempre mostrado como táxi novaiorquino ou carro de polícia. No cinema, foi o astro do filme Taxi, quando de um táxi comum se transformava num carro turbinado que perseguiu,pelas ruas de Nova York,um BMW 760Li V12 6.0 dirigido por Gisele Bündchen.

Ford Festiva

O Ford Festiva é um carro sub-compacto comercializado pela Ford Motor Company na América do Norte, Ásia e Austrália, sendo introduzido em 1986 no Japão. O carro foi produzido na Coréia do Sul pela Kia, a qual era parte da Ford. Teve sua base na plataforma DA da Mazda, usando modelos dela.

Os modelos do Festiva comercializados na América do Norte foram os de 1988 a 1993. No mercado europeu e em outros mercados foi vendido como Mazda 121 de fevereiro de 1988 a 1991 (provavelmente para fazer competição com o Ford Fiesta comercializado nesses mercados), quando foi substituído pelo Autozam Revue. Foi vendido como o Kia Pride em algumas regiões. Substituiu o Ford Fiesta na América do Norte.

Ford Windstar

A Windstar é uma minivan de porte médio-grande da Ford. Lançada em Março de 1994, como ano-modelo 1995. Sucessora da Ford Aerostar, possuía como principal diferencial novo design muito mais aerodinâmico e atualizado, e tração nas rodas dianteiras. Dotada de freios com sistema anti travamento ABS, air bag para motorista e passageiro, acomodação para sete passageiros, dos quais seis contam com cinto de segurança de 3 pontos, ar condicionado e aquecimento "dual zone" para a frente e a traseira do veículo, controle automático de velocidade e painel digital como opcional, concorria com veículos semelhantes fabricados pela Chrysler e GM. Em 1994, quando lançada, as versões LX, GL e Cargo eram equipadas com o mesmo motor de 3.8 litros, 6 cilindros em V dispostos a um ângulo de 90°, Ford Essex que, alimentado pelo sistema de injeção eletrônica seqüencial de combustível, entregava uma potência de 140 HP e 298 N.m de torque. Em 1996, a versão GL passou a ser equipada com o motor 3.0 litros, 6 cilindros em V dispostos a um ângulo de 60°, Ford Vulcan, que entregava a mesma potência de 140 HP, porém com um torque menor, de 224N. Neste mesmo ano, o antigo motor 3.8 recebera melhorias nos coletores de admissão e escape, bem como no gerenciamento eletrônico, tendo sua potência ampliada para 200 HP. O mesmo motor de 3.8 litros também equipou a versão LIMITED, top de linha, lançada em meados de 1998, com novos faróis e grade (mudanças que também se estenderam aos demais modelos, e é ilustrada na foto desta página), bancos em couro branco ou bege, e painel com detalhes em madeira. A transmissão automática de 4 velocidades AXOD-E, é sucessora da bastante problemática AXOD que sofria desgastes prematuros em virtude de deficiência de lubrificação em alguns pontos vitais. Estes problemas foram sanados na nova versão, que equipa a WindStar que, contando com comandos eletrônicos, que confere um funcionamento muito mais suave e uma maior durabilidade. Se encontrar uma WindStar rodando nas ruas é difícil, mais difícil ainda será encontrar alguma que não seja fabricada em 1994, modelo 1995. Uma pequena quantidade deste veículo foi trazida ao Brasil e vendida em 1995, ao mesmo tempo que a Ford começava a lançar em sua rede de concessionários o Taurus e a Explorer. Como a WindStar chegou ao Brasil por meio de importação independente, ou seja, não foi comercializada pela própria Ford, algumas adaptações que deveriam ser feitas em virtude da diferença do clima e do combustível ficaram a ser feitas por conta do proprietário que, muitas vezes, desconhece o procedimento também conhecido como Tropicalização. Dentre estas mudanças, a principal dela está ligada ao sistema do câmbio automático. Em virtude da baixa temperatura ambiente na maior parte do ano no Canadá, onde este carro é fabricado, sua transmissão automática não possui um sistema eficiente de refrigeração do fluido, o que pode ocasionar o super aquecimento, conseqüentemente, diminuição da vida útil do fluido e da transmissão(vale lembra que o fluido deve ser trocado a cada 40 mil km, ou 4 anos como na maioria das transmissões automáticas). Para evitar danos, seria ideal executar a instalação um radiador auxiliar para o fluido do câmbio automático, em uma oficina especializada. Outro ponto fraco da transmissão AXOD-E na WindStar ainda é sua fragilidade. Ao transmitir o torque do motor 3.8 litros a um carro cujo peso em ordem de marcha excede os 1500 kg, a transmissão pode sofrer maior desgaste quando muito exigida em arrancadas ou retomadas de velocidade, chegando a superaquecer em situações extremas como um congestionamento na subida de uma serra. A versão mais encontrada no Brasil, a ano-modelo 1995, é equipada com a primeira versão do motor 3.8 litros, que entrega apenas 140 HP de potência. Pode-se dizer que o motor chega a ser inadequado ao porte do veículo, conferindo-lhe uma aceleração muito lenta, perda significativa de velocidade em aclives e consumo mais do que desfavorável para o transito urbano. Na estrada, o comportamento do carro melhora, assim como o consumo. A manutenção deste carro, ao contrário do que muitos acreditam, não é impossível de ser realizada. Muitas peças são as mesmas utilizadas em outros veículos da linha Ford, como o Taurus, Ranger e Explorer com motor V6, o Maverick etc. Algumas peças que não são encontradas em lojas convencionais podem ser compradas direto dos Estados Unidos por meio de lojas virtuais, sem maiores sustos.

Ford Bronco II

Em 1978, a Ford lançou o Bronco II, derivado da linha F-100. Equipado apenas com motores V8 (o 351 de 5,8 litros e também o motor 400, de 6,6 litros), e linhas totalmente renovadas (e ampliadas), o carro fez um sucesso de tremer a concorrência. O novo Ford Bronco não era mais um jipinho, mas sim um full size 4X4 com grandes motores e incontáveis séries especiais. Suas linhas eram modernas, com nova grade, faróis quadrados e muito conforto com bancos individuais, console, painel completo e uma série de itens de segurança. Para o consumidor havia a versão Custom, mais despojada; Ranger, para uso urbano com acabamento aprimorado e a Lariat, de luxo. Pouco a pouco, a Ford concluiu que o público gostava mais da versão wagon, que acomodava até seis pessoas, e que o perfil de uso do Bronco era mesmo o percurso urbano.

Ford Pinto

Ford Pinto foi um automóvel pequeno(ou sub-compacto, segundo a Ford, seu fabricante) fabricado nos Estados Unidos de 1971 até 1980Ford Pinto foi um modelo desenvolvido para o mercado da América do Norte, apresentado pela primeira vez, no dia 11 de setembro de 1970, sendo um dos modelos mais populares da Ford até 1980, quando sua produção foi descontinuada. Em 1974, no Canadá, e no ano segunite, nos Estados Unidos, foi lançado oMercury Bobcat, praticamente o mesmo modelo, mas em versões mais despojadas, que carregava o emblema da Mercury, braço popular da marca Ford. Prático, econômico(para os padrões norte-americanos daquela época) e popular, o modelo viu sua reputação cair vertiginosamente quando foram descobertos sérios problemas de segurança em seu projeto. Sua missão no mercado, de início, era "enfrentar" o concorrente AMC Gremlin, que havia chegado ao mercado dia 1º de abril de 1970 - seis meses antes do pequeno Ford
  • Foi cogitada sua fabricação no Brasil, em meados dos anos 70, para complementar as opções oferecidas pelo Ford Corcel, podendo possivelmente até substituí-lo no mercado sul-americano, com o passar dos anos. Mas além dos prováveis altos custos de adaptação da linha de montagem para produção, outra coisa que ironicamente inibiu sua fabricação em terras brasileiras, foi justamente seu nome. A Ford provavelmente teria que decidir por outro, caso fizesse o modelo no Brasil. Pinto é uma gíria popular no Brasil, para descrever o órgão sexual masculino, usada inclusive como termo infantil, pueril;
  • Um grave problema do modelo, foi o principal responsável pela demissão de Lee Iacocca, principal executivo da empresa na época, e um dos grandes idealizadores do modelo. Problemas com falta de segurança que ocasionaram sérios incêndios com algumas unidades do Pinto, levaram a Ford a encerrar sua produção. Foi substituído pela versão norte-americana do Ford Escort. O automóvel era disponibilizado para venda (exceto em 1973 e 1980) em 2 modelos de motores:
    1.6 L OHV I4 - 75 hp (56 kW)
    2.0 L SOHC I4 - 100 hp (74.5 kW)
    1.6 L Kent - 54 hp (40 kW)
    2.0 L EAO - 86 hp (64 kW)
    2.0 L EAO - 86 hp (64 kW)
    2.0 L EAO - 86 hp (64 kW)
    2.3 L OHC - 90 hp (67 kW)
    2.3 L OHC - 83 hp (62 kW)
    2.8 L V6 - 97 hp (72 kW)
    2.3 L OHC - 92 hp (69 kW)
    2.8 L Cologne - 103 hp (77 kW)
    2.3 L OHC - 89 hp (66 kW)
    2.8 L Cologne - 93 hp (69 kW)
    2.3 L OHC - 88 hp (66 kW)
    2.8 L Cologne - 90 hp (67 kW)
    2.3 L OHC - 88 hp (66 kW)
    2.8 L Cologne - 102 hp (76 kW)
    2.3 L OHC - 88 hp (66 kW)

Ford F-1000

F-1000 foi uma linha de utilitários pesados produzidos pela Ford entre 1979 e 1998O início da produção da picape F-1000 com motor 3.9 diesel MWM com 86.4 cv foi em 1979, na verdade era uma continuação da Ford F-100, pois utilizava o mesmo chassi e a mesma carroceria, com algumas poucas mudanças. Em 1985 foi fabricado versão F-1000 SSS (Super Série Special) e versão F-1000A com motor 3.6 álcool de 6 cilindros (115 cv). A reestilização frontal com quatro faróis retangulares veio em 1986. Em 1988 o eixo traseiro foi redimensionado e as lanternas traseiras iguais à da Pampa. O motor 3.6 passa a ter a versão a gasolina e opção de câmbio de cinco marchas para o motor a diesel apartir de 1989Em 1990 a F-1000 foi a primeira picape diesel com turbocompressor com 119 cv. Em 1991 começou a ter o tanque de combustível em plástico polietileno, com capacidade para 114 litros.
A reestilização e motor turbodiesel um pouco mais potente, com 122,4 cv, veio no início de 1992. Tração 4x4 e a cabine estendida (Supercab), com 56 centímetros adicionais e um banco traseiro para três pessoas foram as mudanças em 1994. Motor 4.9i de seis-cilindros em linha com injeção eletrônica com 148 cv em 1995, que seria seu último ano de fabricação, pois seria substiuida pela Ranger, mas como a sua princiapal rival lançou a S-10, e a Ranger não fez o sucesso logo de partida, no ano de 1996 a Ford voltou a fabricar o modelo, mas todas com modelo 1997, por essa causa que não existe o modelo de ano 1996.
Em 1997 as mudanças foram retoque na aparência, linhas mais arredondadas e suaves, grade mais ampla, faróis com as luzes de direção embaixo, nos modelos XL e XLT equipada com o motor 2.5 HSD da Maxion, turbinada e intercoolada. A Série especial Lightning com o motor de 4.9 litros a gasolina em 1998, e também o modelo mais o motor diesel mais forte que já a equipou, o motor MWM X10 4.10 com 133cv. No mesmo ano parou a produção e sua sucessora foi a picape F-250 que iniciou a produção no ano seguinte. 

Ford Ranger

A Ranger é uma picape média da Ford. No Brasil teve sua estreia no ano de 1995 e ainda utiliza a mesma plataforma, isto é, está a no mercado desde a metade da década de 90 sem mudanças importantes, resumindo-se a pequenas mudanças de visual, especialmente na parte dianteira. No Brasil tem como concorrente a picape, também veterana, Chevrolet S-10, praticamente com a mesma idade, da chinesa Mahidra Scorpio e as outras com qualidade melhor e bem mais jovens Mitsubishi L200, Toyota Hilux e Nissan Frontier. No mercado de picapes leves, no escalão das mais baratas, a Ranger não tem muita concorrente, pois é um segmento com pouco investimento por parte das montadoras, mesmo a Ford tem esquecido um pouco do segmento deixando de inserir motores bicombustíveis, muito popular no Brasil e considerado um dos motivos de sucesso ou fracasso de um veículo, embora não seja condição sine qua non. A última atualização da Ranger, no Brasil, se deu no segundo semestre do ano de 2009, aproximando o seu desenho do modelo vendido em Portugal, embora nada tenha a ver com àquele produto do Velho Continente.

Ford Torino


Ford Torino é um carro de tamanho médio produzido para o mercado dos Estados Unidos da América entre 1968 e 1976. inicialmente foi uma remodelação maior do Ford Fairlane,que foi produzido pela Ford entre 1962 e 1970. Após 1968, o nome Torino foi incluído nos carros do modelo Fairlane, sendo considerado uma nova série deste último modelo. A partir de 1970, Fairlane passou a ser considerado como uma sub-série do Torino. Em 1971 o nome Fairlane foi retirado e todos os carros médios passaram a se chamar. Torino é a principal cidade italiana no que se refere a carros, sendo considerada a Detroit da Itália. Este nome foi proposto incialmente para o Mustang quando estava sendo desenvolvido. 
A maioria dos Torinos eram carros convencionais e geralmente o modelo mais popular era o sedan de quatro portas. Mais tarde a Ford produziu novos modelos do torino, com maior potência. Com isso, este modelo foi escolhido pela Ford para ser seu carro nas corridas da NASCAR.

Ford Ecosport


Ford EcoSport é um mini utilitário esportivo desenhado no Brasil que utiliza a mesma plataforma do Ford Fusion europeu. Essa plataforma (Ford B3) deu origem a três veículos: O Ford Fusion europeu, o Ford EcoSport e o Ford Fiesta.
Apesar de ser um crossover o EcoSport foi desenvolvido para ocupar a posição de um carro familiar na linha Ford, portanto substituindo a Ford Escort SW.
O modelo apresenta boas vendas no Brasil e na Argentina graças à aparência aventureira e ao preço abaixo dos demais utilitários esportivos. Apesar da aparência, o modelo possui tração dianteira (uma versão possui tração integral "4x4").
Em 2007 a Ford lançou a versão com câmbio automático. Também em 2007, a Ford reestilizou o design do carro, modificando a frente, com novos pára-choques e faróis maiores que o da antiga versão. Na traseira, as únicas mudanças foram as lanternas traseiras e o para-choque, que passaram a ter um desenho mais esportivo e atraente. O acabamento melhorou muito, acompanhando o do novo Ford Fiesta.
O Modelo 2009 vem com o chamado "My Connection" que é um sistema de som que possibilita a conexão de celular, Mp3, USB, iPod e etc. Com muita facilidade.
Os principais concorrentes são: o Volkswagen CrossFox o Fiat Palio Adventure LockerMotor: dianteiro, transversal, 4 cilindros em linha;
Comprimento: 4228mm;
Largura: 1734mm (sem espelhos), 1980mm (com espelhos);
Altura: 1622mm (sem bagageiro de teto), 1679mm (com bagageiro de teto);
Distância livre do solo: 200mm;
Distância entre eixos: 2490mm;
Peso em ordem de marcha: entre 1167 e 1387Kg;
Carga máxima: 450Kg;
Tração: Dianteira ou Integral (Modelo 4WD). 




Ford EcoSport 1.0L Supercharger XL

Motor: Zetec-Rocam 1.0L SOHC Supercharger (fora de linha), a gasolina, 8 válvulas, injeção eletrônica;
Cilindrada (cm3): 999;
Diâmetro x curso (mm): 68,68 x 67,40;
Taxa de compressão: 8,2:1;
Módulo de controle eletrônico: Black Oak;
Potência (cv): 95 @ 6.000 rpm;
Torque (mkgf): 12,6 @ 4.250 rpm;
Velocidade máxima (km/h): 157;
Aceleração (0 a 100 km/h): 14,8;
Retomada de velocidade em 4a marcha, 50 a 100 km/h (s): 18,5. 



Ford Ecosport 1.4l Turbo (XL Plus e XLS)

Motor: Duratorq Turbo Common Rail (Fornecido pelo Grupo PSA), a diesel, 8 válvulas;
Potência (cv): 68 (50KW);
Torque (mkgf): 16,0 (4000 rpm);
Velocidade máxima (km/h): 140;
Aceleração (0 a 100 km/h-s): 18,3;                                                                                                       NOTA: mesmo sendo fabricado no Brasil, não é vendido no mercado doméstico com este motor, em função de leis que proíbem o uso de óleo diesel em veículos 4x2 com capacidade de carga inferior a 1.000 kg ou 4x4 que não contem com caixa de redução.                                                                                                           Ford EcoSport 1.6L Flex (XL, XLS ou FreeStyle)                                                            Motor: Zetec-Rocam 1.6L SOHC Flex naturalmente aspirado, a gasolina ou álcool, 8 válvulas, injeção eletrônica;             Cilindrada (cm3): 1.598;                                                                                                                                  Diâmetro x curso (mm): 82,07 x 75,50;                                                                                                           Taxa de compressão: 12,3:1;                                                                                                                               Módulo de controle eletrônico: Black Oak;                                                                                                    Potência (cv) 105 @ 5.500 rpm - gasolina / 111 @ 5.500 rpm - álcool;                                                                       Torque (mkgf): 14,8 @ 4.250 rpm - gasolina / 15,8 @ 4.250 rpm - álcool;                                                             Velocidade máxima (km/h): 167;                                                                                                                     Aceleração (0 a 100 km/h): 13,6 (gás) e 13,1 (alc);                                                                                       Retomada de velocidade em 4a marcha, 50 a 100 km/h (s): 16,5 (gás) e 15,6 (alc).                                        


Ford EcoSport 2.0L Flex 16V (FreeStyle, XLT, XLT Automático ou XLT 4WD)                       Motor: Duratec 2.0L Flex 16V, a gasolina ou álcool, 16 válvulas, injeção eletrônica;                                         Cilindrada (cm3): 1.999;                                                                                                                     Diâmetro x curso (mm): 87,50 x 83,10;                                                                                                                Taxa de compressão: 10,1:1;                                                                                                                          Módulo de controle eletrônico: Black Oak;                                                                                                  Potência (cv): 141 (6.000 rpm)Gas / 145 (6.000 rpm)Alc;                                                                                    Torque (mkgf): 19,0 (4.250 rpm)Gas / 19,5 Alc;                                                                                          Velocidade máxima (km/h): 180 (limitada eletronicamente);                                                                              Aceleração (0 a 100 km/h-s): 10,3;                                                                                                             Retomada de velocidade em 4a marcha, 50 a 100 km/h (s): 13,7.

Ford GT40

O Ford GT é um superesportivo americano. Ele foi criado para homenagear o Ford GT40 que se tornou o carro de corrida mais famoso do mundo por vencer as 24 Horas de Le Mans em 1966 e por desbancar o reinado da Ferrari. Ele tem uma potência 5 vezes maior que um carro de passeio comum, e a sua velocidade máxima é de 312 Km/h. Foi desenhado pelo projetista da Ford em Detroit Camilo Pardo. A história começa no início da década de 60, quando a Ford, querendo vencer as 24 horas de Le Mans, tenta adquirir a Ferrari. Após fracasso nas negociações, a própria Ford resolve criar um carro para vencer a competição. O carro seria baseado no Lola Mk6, um carro avançado para a época, mas suas primeiras versões tornam-se desastrosas. Após várias tentativas o carro foi redesenhado por Carrol Shelby, e não podendo ultrapassar a altura máxima de 40 polegadas(1,50 surge o Ford GT conhecido por vencer a Ferrari nas 24 horas de Le Mans, e seu design inconfundível. Em Le Mans França em Julho de 1966, o lendário GT40 chega em primeiro, trazendo mais dois do mesmo time em segundo e terceiro lugar. Assim nasceu a lenda do Ford GT40, ainda sendo uma das estrelas mais lembradas doautomobilismo por desbancar a Ferrari. Depois de quarenta anos volta a lenda do GT40, um esportivo em sua homenagemEste carro foi testado em túnel de vento para garantir sua fidelidade com o GT40.Depois disso foram adicionados acessórios modernos como o farol de xenônio, a tampa dianteira de alumínio como parte do item de tanque com sensores de combustível entre outros acessórios externos e internos. O motor não poderia deixar de ser o tradicional V8 da marca, de 5.4 litros, fazendo com que ele tenha 550cv e torque de 69,2 kgfm a 4.500 rpm, fazendo ele chegar de 0a100 em 3,8 segundos. Equipado com câmbio manual de seis marchas de embreagem de discos duplos.

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