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Alfa Romeo Mi. To

Mi.To é um automóvel compacto da Alfa Romeo. Seu nome é uma referência às cidades italianas Milão e Turim (Milano - Torino).

Alfa Romeo 2000

O Alfa Romeo 2000 (série 102) é um automóvel construído pela Alfa Romeo como sucessor do 1900.

Foi mostrado pela primeira vez no autosalão de Turim em 1957 e era produzido em dois modelos: o Berlina com 105 cv e o Spider com 115 cv. Em 1960, juntaram outro modelo: o Sprint. O motor era uma versão alargado do de 4 cilindros do 1900 com 1975 cc. A versão Berlina podia levar três pessoas à frente.

O Alfa Romeo 2000 Berlina foi fabricado pela Alfa Romeo em si, mas o Spider foi fabricado pela Touring e o Sprint pela Bertone.

Apenas 2814 exemplares do Berlina, 3443 do Spider e 704 do Sprint foram vendidos no mundo inteiro por causa dos seus preços elevados.

Foi substituído pelo Alfa Romeo 2600 de 6 cilindros, produzido a partir de 1961.

FNM 2000

A variante brasileira do 2000 foi produzida de 1960 a 1968 pela Fábrica Nacional de Motores. Tinha o mesmo motor de 1975 cc e com 95 cv. O carro usou o nome FNM JK, querendo significar o nome do presidente do Brasil Juscelino Kubitschek, mas o nome foi mais tarde mudado para FNM 2000. Em 1966 foram introduzidos outros dois modelos: o coupé Onça e o 2000 TiMB (Turismo Internazionale Modello Brasile), que produzia até 160 cv. O FNM 2000 foi substituído em 1969 pelo FNM 2150, que tinha um motor maior e estilo revisto. Em 1974, substituíram o 2150 com o FNM Alfa Romeo 2300 Rio que parecia-se com o Alfa Romeo Alfetta. O Rio era baseado no 1900 mas tinha o estilo do Alfetta.


Alfa Romeo 8C

O nome Alfa Romeo 8C foi utilizado em estrada, em corridas e em carros desportivos da década de 1930. O nome 8C deriva originalmente do seu motor de 8 cilindros em linha. O carro desenhado por Vittorio Jano foi o carro principal de corrida desde a sua introdução em 1931 até à sua retirada em 1939. Além dos desportivos de dois lugares, a versão Monoposto "Tipo B" - P3 foi utilizada na primeira corrida de carros Grand Prix genuína a partir de 1932. No seu desenvolvimento posterior, o seu motor foi usado em veículos como 6.3L Bimotore ( com dois motores) de 1935, 3.8L Monoposto 8C 35 Type C também de 1935 e o Alfa Romeo 8C 2900B Mille Miglia Spider. Em 2004, a Alfa Romeo fez reviver o nome 8C para um carro conceito com um motor V8 que tornou-se um carro de produção em 2007, o Alfa Romeo 8C CompetizioneEm 1924, Vittorio Jano criou o seu primeiro motor de oito cilindros em linha para a Alfa Romeo, o 1987 cc P2 com cárter comum e quatro blocos de dois clindros revestidos a aço, que ganhou o priimeiro Campeonato do Mundo de sempre, em 1925. Apesar de ser um 8 cilindros em linha, a designação 8C não foi usada. O motor 8C entrou pela primeira vez na corrida de estrada através de Itália Mille Miglia em 1931, tinha um cárter comum, agora com dois blocos com quatro cilindros revestidos em liga, que também incorporava as cabeças. Muitas das peças eram as mesmas que a 6C 1750. Não havia nenhuma cabeça separada, e nenhuma junta da cabeça a falhar, mas isto fez com que a manutenção das válvulas fosse mais complicada. O motor 8C alimentou dois modelos, o 8C 2300 (1931-1935) e o ainda mais raro e caro 8C2900 (1936-1941). Ao mesmo tempo, uma vez que os carros de corrida já não precisavam de levar um mecânico, a Alfa Romeo construiu o primeiro carro de corrida só com um lugar. Como uma primeira tentativa, o Monoposto Tipo A de 1931 usou um par de motores de 6 cilindros montados lado-a-lado no chassis. Como o carro resultante era muito pesado e complexo, Jano projectou um carro de corridas mais adequado e bem-sucedido chamado Monoposto Tipo B (também conhecido como P3) para a época de 1932 doGrande Prémio. O Tipo B provou que era um carro vencedor, ganhando logo na sua primeira corrida, no Grande Prémio Italiano, e foi alimentado com uma versão ampliada do motor 8C, agora com 2665 cc e com um par de compressores em vez de um só. nicialmente, a Alfa Romeo anunciou que o 8C não era para ser vendido a proprietários privados, mas no Outono de 1931, a Alfa Romeo vendeu-o com um chassis de rolamento em Lungo (longo) e Corto (curto) com preços que começam por volta das 1000£ (aproximadamente 1200€). Os chassis foram juntos com carroçarias feitos por uma selecção de construtores italianos como a ZagatoCarrozzeria TouringCarrozzeria CastagnaPininfarina e Brianza, embora a Alfa Romeo também tenha feito algumas. A Alfa Romeo tinha uma prática de dar uma carroçaria nova aos carros para os clientes, e alguns veículos de corrida eram vendidos com carroçarias diferentes para serem veículos de estrada. Alguns dos primeiros donos famosos incluem a Baronesa Maud Thyssen da família Thyssen, o dono da companhia PiaggioRaymond Sommer e Tazio Nuvolari

1931 8C 2300

O primeiro modelo foi o 8C 2300 de 1931, uma referência ao motor do carro, com 2.3L (2336 cc). O carro foi inicialmente desenhado como um carro de corrida, mas as suas 188 unidades foram também usadas para carro de estrada. Enquanto a versão de corrida do 8C 2300 Spider, conduzida por Tazio Nuvolari a corrida Targa Florio, na Sicília em 1931 e 1932, a vitória em Monza no Grande Prémio de Itália em 1931 deu o nome "Monza" ao carro GP com dois lugares, que era uma versão encurtada do Spider. A Alfa Romeo adicionava o nome dos eventos ganhos ao carro frequentemente. 

1931 8C 2300 Tipo Le Mans

O 8C 2300 Tipo Le Mans era a versão desportiva do 8C 2300 e teve uma estreia bem sucedida na 1931 Eireann Cup conduzido por Henry Birkin. Ganhou as 24 Horas de Le Mans em 1931 (com Howe e Birkin); 1932 (com Chinetti e Sommer); 1933 (com Nuvolari e Sommer) e 1934 (com Chinetti e Etancelin).
O modelo 8C 2300 Le Mans em exposição no Museu da Alfa Romeo foi comprado por Sir Henry Birkin em 1931 para uso em competições, mas não é o carro em que Birkin e Howe ganharam as 24 Horas de Le Mans em 1931. 

933 8C 2600

Em 1933, o motor DOHC alimentado de 8 cilindros em linha, aumentado para 2.6L para o Alfa Romeo Monoposto Tipo B foi montado no Scuderia Ferrari 8C Monzas. A Scuderia Ferrari tinha-se tornado o departamento de corridas "semi-oficial" da Alfa Romeo, que já não entrava em corridas como um esforço de empresa, graças à má condição económica da companhia. Com os iniciais 216 cv do motor 2.6, o Monoposto Tipo B (P3) podia acelerar até 100 km/h em menos de 7 segundos e poderia eventualmente chegar aos 217 km/h. Em 1934 o motor de corridas tornou-se 2.9 litros. 

1935 Monoposto 8C 35 Tipo C

8 versões de 3.8 litros foram individualmente construídas para corridas em cinco meses, a maior parte deles usada no Alfa Romeo Monoposto 8C 35 Tipo C, daScuderia Ferrari (O P3 foi abandonado). O 3.8 litros produzia 330 cv às 5500 rpm e tinha 434 Nm das 900 às 5500 rpm. Usava pneus Pirelli 5.25 ou 5.50 x 19 à frente e 7.00 ou 7.50 x 19 atrás. Embora o Tipo C não conseguia ganhar aos Mercedes e Auto Union em circuitos mais rápidos, era melhor que eles nos circuitos mais apertados. Em 1936, os Tipo Cs foram equipados com um incómodo V12 e, por isso, voltaram a equipar o 3.8 litros. 

1935 Bimotore

Em 1935, para competir com a Mercedes-Benz e a Auto UnionEnzo Ferrari (o gerente da equipa de corridas) e Luigi Bazzi (desenhador) construíram um carro de corrida com dois motores 3.2L (3165 cc), um à frente, outro atrás, dando 6.3 litros e 540 cv. Nunca poderia ter sucesso contra o Mercedes W25 B de Rudolf Caracciola e gastava muito combustível e pneus. Em 12 de Maio de 1935, dois Bimotore foram inscritos no Grande Prémio de Tripoli conduzidos por Nuvolari e Chiron que acabaram em quarto e quinto. Chiron conseguiu ficar em segundo na corrida Avus 1935. Em 16 de Junho de 1935, Nuvolari conduziu um Bimotore especialmente preparado de Florença a Livorno e definiu um novo recorde de velocidade de 364 km/h e uma velocidade média de 323 km/h. Depois disso foi posto de parte em favor do Tipo C. 

1936 8C 2900A


Em 1936, o modelo 8C 2900A foi introduzido, como uma versão de dois lugares do carro de corrida 8C 35, com a caixa de velocidades montada na traseira e uma suspensão completamente independente. O 8C 2900A era também um carro de corrida destinado à categoria Carro Desportivo. Foram construídos menos de uma dúzia de 8C 2900A, mas este foi seguido pelo 8C 2900B, muito semelhante ao anterior mas vendeu-se por volta de 30 exemplares como carro de estrada. Ao mesmo tempo o 3.2 Tipo B da Alfa Romeo tornava-se pouco competitivo, embora Tazio Nuvolari tenha conseguido a façanha de ganhar o Grande Prémio da Alemanha na Nürburgring ao volante de um 3.2 Tipo B contra os mais poderosos Mercedes e Auto Union. 

1938 8C 2900B Mille Miglia Spider


O Alfa Romeo 8C 2900B Mille Miglia Spider (ou Roadster) de 1938 tinha um motor de 2.9 litros com 225 cv e foi usado na Mille Miglia de 1938.Na Mille Miglia de 1938, Clemente Biondetti e Carlo Pintacuda ficaram com os dois primeiros lugares. O carro de Biodetti usou um motor com 300 cv do Tipo 308 enquanto Pintacuda uso o 8C 2900B.
Em 1938, o 2900B, com 180 cv (a versão com 225 era de corrida) era considerado o carro de produção mais rápido do mundo.
A última vez que um 8C 2900B Mille Miglia Spider foi leiloado, en Agosto de 1999, custou quatro milhões e setenta e dois mil dólares americanos, tornando-se um dos dez carros mais caros alguma vez leiloado. 

1938 8C 2900B Le Mans Speciale

Alfa Corse, o departamento de corridas criado pela Alfa, depois de ter comprado as acções da Scuderia Ferrari, inscreveu um único 8C 2900B na edição de 1938 da corrida de Le Mans. O carro apresentava uma carroçaria coupé simplificada, mas inovadora e impressionante, quando os carros de corrida de Le Mans eram quase sempre abertos. O coupé aerodinâmico foi construído pela Touring. O coupé teve um desempenho particularmente bom no início, ganhando uma distância de 160 km ao carro seguinte, nas houve um problema nos pneus seguido por uma válvula partida. Esta foi a única vez que o coupé correu oficialmente. Depois da II Guerra Mundial, entrou em corridas menores sob propriedade privada. Depois, foi exposto no museu Donington a partir dos anos 60 antes de ser adicionado ao museu da Alfa Romeo, que agora corre com ele em muitos eventos.

Alfa Romeo 75

O Alfa Romeo 75, vendido na América do Norte como Alfa Romeo Milano, era uma berlina esportiva/executiva compacta produzido pela fabricante de automóveis italiana Alfa Romeo entre 1985 e 1992. O 75 foi muito bem sucedido comercialmente; em apenas três anos, 170.000 carros foram produzidos e pelo fim da produção em 1992, cerca de 187.300 exemplares foram construídos. O Alfa Romeo 75 foi o último modelo que a fabricante desenvolveu antes de ser adquirida pela Fiat. O 75 foi introduzido em Maio de 1985 para substituir o Giulietta (com o qual partilhava muitos componentes), e deram-lhe este nome para comemorar 75 anos de produção da Alfa Romeo. A carroçaria, desenhada paelo chefe do Alfa Romeo Centro Stile, Ermanno Cressoni, foi estilizado numa forma de cunha, afilando-se à frente com faróis quadrados e uma grelha a condizer (características semelhantes ao 33, também desenhado por Cressoni). No Auto Salão de Turim de 1986, um protótipo de uma carrinha 75 era para ser vista, um precursor atractivo da carrinha 156. Esta versão nunca foi, contudo, listada para venda, sendo cancelada após a Fiat ter tomado o controlo da Alfa Romeo. O carro, apelidado de 75 Turbo Wagon, foi feito pelo construtor de carroçarias italiano Rayton Fissore usando um 75 Turbo como base. Duas versões da carrinha foram encontradas no Salão de Genebra de 1987; um era este Turbo Wagon e o outro era uma versão de 2.0 litros chamada Sportwagon. O 75 tinha algumas características irregulares, nomeadamente o fato de ser quase perfeitamente equilibrado da frente para trás. O Alfa Romeo 75 tinha um computador de diagnóstico avançado que se montava na consola central, chamado Alfa Romeo Control, capaz de monitorizar os sistemas do motor e alertar os condutores de falhas potenciais. Quando o 75 foi lançado, a sua gama de motores tinha um 1.6 de quatro cilindros, 1.8 e 2.0 motores carburados a gasolina, um 2.0 com radiador turbodiesel feito pela VM Motori. e um V6 de 2.5 litros de combustível injectado. Em 1986 foi introduzido o 75 Turbo, que tinha um motor Twin Cam 1779 cc com combustível injectado usando um Garrett T3 Turbo, com radiador e radiador de óleo. Em 1987, um V6 de 3.0 litros foi adicionado à gama e um motor Alfa Romeo Twin Cam com 2.0 litros foi redesenhado para ter duas velas de ignição por cilindro, e o motor chamava-se Twin Spark. Com injecção de combustível e VVT, o motor produzia 148 cv. Este motor fundou, sem dúvida, os motores modernos, porque foi o primeiro motor de produção a usar o VVT. Nos EUA, onde o carro era conhecido como Milano, só o 2.5 e o 3.0 V6 estavam disponíveis, de 1987 a 1989. Os 2.5 americanos eram fundamentalmente diferentes dos seus homólogos europeus. Devido aos regulamentos americanos, foram necessárias algumas alterações. O mais visível do lado de fora eram os pára-choques americanos, feitos pela típica borracha. Além disso, estes pára-choques tinham material amortecedor pesado e espesso dentro deles e eram montados nos amortecedores do veículo. Para acomodar estes amortecedores, as carroçarias americanas eram ligeiramente diferentes às Europeias. Outras mudanças relativamente ao modelo europeu eram:

  • Um tanque de combustível de 67 litros que estava localizado atrás dos bancos traseiros, reduzindo a capacidade da mala de 500 litros para 300 litros.
  • Marcadores laterais nos pára-choques
  • Silenciador do escape saindo por baixo do pára-choques no lado direito do carro em vez do centro
  • Fortificações nas portas e na tampa da mala
  • Ganchos debaixo do capô, para manter o capô em posição num acidente

Os carros americanos também tinham níveis de equipamento diferentes (dependendo da versão: Milano Silver, Milano Gold, ou Milano Platinum). Espelhos retrovisores ajustáveis electricamente, assentos reclináveis electricamente e cruise control eram usualmente opcionais na Europa. O carro também esteve disponível com uma transmissão automática ZF de três velocidades para o 2.5 V6. Outras, mais comuns como vidros traseiros operados electricamente e sistema de Ar Condicionado eram padrão nos EUA. Os carros americanos também tinham um estilo diferente dos estofos e, naturalmente, mostradores diferentes indicando a velocidade em milhas, a pressão do óleo em psi e a temperatura do óleo em graus Fahrenheit e tinha uma luz de aviso do cinto de segurança. A versão europeia do 2.5 V6 (2.5 6V Inezione ou 2.5QV) foi vendido oficialmente entre 1985 e 1987, embora alguns deles não tenham sido registados até 1989. Foram vendidos relativamente poucos (cerca de 2800 unidades), especialmente quando o 1.8 Turbo com 155 cv foi lançado,, pois em alguns países era mais barato em impostos devido à sua cilindrada menor. Para criar um espaço entre o V6 e os motores de quatro cilindros em linha, o 2.5 passou a ter 2959 cc para produzir 188 cv e o motor foi introduzido como 3.0 America em 1987. Como a designação sugere, o motor só vinha com a especificação dos EUA, com os pára-choques de impacto e o tanque de combustível na mala. No entanto, os Americas europeu não estavam equipados com marcadores laterais ou com as fortificações nas portas, capô e na tampa da mala. Dependendo do país de entrega, o 3.0 America podia ser equipado com um conversor catalítico. Em 1988, os motores foram actualizados novamente, a versão 1.8 L com carburador foi substituída por 1.8 com combustível injectado e um novo e maior motor diesel foi adicionado à gama. No fim de 1989 a versão 1.6L com carburador com actualizada para ter injecção de combustível e em 1990 o 1.8 Turbo e o 3.0 V6 receberam mais potência e uma suspensão actualizada. O 1.8 estava disponível na versão America mas, estranhamente, não era disponível nos mercados americanos. O 3.0 V6 chegou aos EUA como o Milano Verde.

Alfa Romeo 90

O Alfa Romeo 90 é um carro executivo produzido pela fabricante de carros italiana Alfa Romeo. Desenhado pela Bertone e introduzido no Salão de Turim de 1984, o 90 estava, em termos de tamanho, entre o Alfa Romeo Alfetta e o Alfa Romeo Alfa 6, os quais foi interrompida a respectiva produção após o lançamento do 90. O carro usava o chassis do Alfetta (incluindo o semi-eixo montado na traseira) e os motores do maior Alfa 6. A carroçaria era semelhante a ambos, embora modernizada. Uma característica notável do design do 90 o spoiler em forma de um queixo pequeno que se estendia acima de uma certa velocidade para ajudar a refrigeração do motor. O 90 foi bem equipado, com vidros dianteiros eléctricos e bancos ajustáveis como base. O modelo luxuoso Quadrifoglio Oro (Trevo Dourado em português) tinha vidros traseiros eléctricos, um computador de bordo, direcção hidráulica, travamento central, pintura metalizada e um painel de instrumentos digital como base. Estavam disponíveis cinco motores: 1779 cc, 1962 cc com injecção electrónica, 1996 cc V6, 2492 cc V6 com injecção electrónica e 2393 TD feito pela VM Motori. O motor de 1962 cc injecção electrónica incorporou um sistema VVT. O 90 foi renovado em 1986 com muitas mudanças menores. A mudança mais óbvia no exterior foi a nova grelha, com inclinações horizontais menores.

Alfa Romeo GT


GT é um modelo hatch esportivo da Alfa Romeo. Equipada com motor de 1.9 litros a diesel de 170 cv a 3750 rpm, 33,6 mkgf a 2000 rpm, a nova série especial Blackline III 1.9 JTDM vai de 0 a 100 km/h em 8,2 segundos. Contribuem para a disposição do GT Blackline III a tecnologia commonrail e sistema Q2 auto-blocante, com diferencial de deslizamento limitado Torsen que distribui torque entre as rodas dianteiras conforme a necessidade. Filtro de partícula é um item opcional.
Ao volante há pequenas, mas válidas atrações a se conferir. Por meio de um botão Sport, pode-se mudar o mapeamento do acelerador para um comportamento mais arrojado. Para que as novidades não ficassem todas for a da vista, a Alfa Romeo equipou o GT Blackline III com rodas de aro 18, saída de escapamento cromada dupla e efeito acetinado para retrovisores e grades. Por dentro, pedaleiras de alumínio e revestimento em couro negro, com a parte central dos bancos perfurada, também diferenciam a série especial do cupê.

Alfa Romeo 166

O Alfa Romeo 166 é um automóvel full-size sedans produzido pela fabricante italiana Alfa Romeo desde 1998. É hoje o modelo topo de linha da subsidiária da FIAT. Contando com um moderno propulsor de 3.0 litros, seis cilindros em V e quatro válvulas por cilindro o carro é capaz de atingir a marca de 100km/h em 8.6 segundos e velocidade máxima de 237km/h. Lançada no Brasil em 1998/1999 foram trazidas apenas as completas, com câmbio automático seqüêncial de quatro marchas de última geração que dispõe de funcionamento inteligente, ar condicionado automático/digital e um grande display LCD de cinco polegadas que passa as informações do carro e do sistema de GPS (não funcionante no Brasil). O consumo de combustível foi aprimorado e as emissões de poluentes reduzidas, de acordo com as mais recentes normas européias. Seu design é do italiano Walter De Silva com colaboração do centro de design da Alfa Romeo e que a partir de 2003 sofreu um face-lift, tendo o "cuore sportivo" (grade frontal em forma de coração) aumentada, ficando então semelhante aos demais modelos, 147 e 156.

Alfa Romeo Giulietta 2009

Alfa Romeo Giulietta (tipo 940) anteriormente conhecido como Alfa Romeo 149 ou Milano é um pequeno carro familiar e também a substituição para o Alfa Romeo 147. A produção do Giulietta começou no final de 2009 e foi introduzido em Março de 2010 no Salão de GenebraNum plano de viabilidade enviado ao governo dos EUA em Fevereiro de 2009, a Chrysler (a parceira da companhia-mãe da Alfa Romeo, Fiat) relatou que a substituição do 147 chegaria ao mercado como Milano e que poderia ser construído nos EUA. No entanto, este nome foi recentemente recusado na sequência de decisão da Fiat de mover o Centro Stile Alfa Romeo para Turim a partir de Milão - a gestão quis suavizar o foco neste episódio que realmente fecha a parceria gloriosa entre a Alfa Romeo e a cidade de MilãoUma vez que um número considerável de clientes Alfa Romeo são aqueles com idade entre os 27 e os 40, a ausência de um derivado de três portas tende a ser uma escolha razoável. Isto ocorre porque esta faixa etária tende a ser mais orientada para a família, não só procurando uma inclinação desportiva, mas também espaço. Como o Giulietta só está disponível numa versão de 5 portas, o novo Alfa Romeo MiTo irá preencher a vaga de um carro pequeno com 3 portas da Alfa Romeo.

O Giulietta teve a sua apresentação aos comerciantes italianos em 22 e 23 de Maio de 2010. A nova campanha publicitária do Giulietta é feita com a actriz de Hollywood Uma Thurman. O Giulietta foi projectado com um alvo de classificação de segurança EuroNCAP de 5 estrelas. O carro tem também muitos dispositivos electrónicos como padrão: VDC (Vehicle Dynamic Control), Controlo Electrónico de Estabilidade (ESC), DST (Dynamic Steering Torque), diferencial electrónico Q2 e o selector DNA da Alfa Romeo que permite ao condutor escolher entre três diferentes configurações de condução; Dynamic, Normal e All-Weather. Esta configuração controla o comportamento do motor, travões, direcção, suspensão e caixa de velocidades.

O Alfa Romeo Giulietta é equipado com um apoio de cabeça reactivo e ganhou uma avaliação de 5 estrelas (5/5 starsStar full.svgStar full.svgStar full.svgStar full.svg) e pontuação total de 87/100 nos testes de segurança EuroNCAP.  Este resultado torna o Alfa Romeo Giulietta o carro compacto mais seguro de sempre. O resultado do Giulietta (97% nos ocupantes adultos, 85% nos ocupantes crianças, 63% em protecção dos pedestres, e 86% em assistência de segurança) significa que o carro também terá uma avaliação de cinco estrelas em 2012, quando o sistema do EuroNCAP chegar à severidade máxima. A plataforma usada é a Fiat Group C modificada como "C-Evo", também chamada de "Compact". Praticamente está uma plataforma toda nova. O Grupo Fiat usou aproximadamente 100 milhões de euros para remodelar a plataforma C, usada anteriormente para o Fiat Stilo, o Fiat Bravo e o Lancia Delta, em C-Evo, que tem uma maior distância entre eixos, saliências mais curtas e um novo tipo avançado de suspensão dianteira com haste de apoio McPherson e uma suspensão traseira com várias ligações. A gama de motores inclui o novo 1.4 T-Jet a gasolina e a família de motores M-Jet diesel, todos com turbo. Os clientes podem escolher uma caixa manual de 6 velocidades, ou uma transmissão de dupla embraiagem a seco. O Alfa Romeo Giulietta usa um novo motor que utiliza um sistema conhecido como Multiair. O sistema controla a quantidade de ar que entra no motor, controlando quando o ar é permitido entrar para dentro do motor e quanto a válvula de admissão se abre. O sistema funciona inserindo um "excêntrico" entre a árvore de cames e a válvula e o sistema de gerenciamento do motor pode controlar a quantidade de óleo que é permitida para o "excêntrico", alterando assim o perfil de abertura efectiva da válvula de admissão. Este sistema também pode alterar a sobreposição das válvulas de admissão e de exaustão, bem como alterar a capacidade de elevação e isso permite que o motor mantenha uma pressão constante no colector de admissão que é utilizado para aumentar a quantidade de torqueque o motor produz, mantendo a sua eficiência. O sistema aumenta o torque em 20% e reduz as emissões numa quantidade semelhante. Toda esta tecnologia é aplicada para aumentar o factor de diversão dando uma maior e melhor resposta do acelerador positiva. Todos os motores com a excepção do 1750 TBi têm um sistema Start&Stop e são todos avaliados como Euro5. O modelo topo de gama tem um motor 1.7L com turbo - o 1750 TBi - com 235 cv e uma configuração exclusiva Quadrofoglio Verde. 

Alfa Romeo 145


O Alfa Romeo 145 é um hacth esportivo da Alfa Romeo, seu ronco é um estimulante para quem gosta de acelerar. O painel do 145 impressiona pelo console esportivo, com práticos difusores de ar redondos (podem ser girados em qualquer direção), e pelo recuo à frente do passageiro que cria agradável sensação de amplitude. O mesmo ocupante dispõe de assoalho inclinado, conveniente em situações de grande desaceleração… Volante -- de três raios, típico Alfa -- e pomo do câmbio trazem revestimento em couro com costura em vermelho. As enormes janelas dianteiras fazem do interior do Alfa uma vitrine. Rodando com o carro percebe-se claramente o comportamento mais agressivo do 145, com o ronco elevado do escapamento convidando o motorista a pisar fundo. Além de tudo isso este Alfa Romeo vem de série com Ar-condicionado automático, trio elétrico, direção hidráulica, rodas de liga leve 6 x 15 pol calçadas com pneus 195/55 R 15 V e freios ABS.

Alfa Romeo 33


Alfa Romeo 33, tal como o seu antecessor, no qual era baseado, é um veículo com direcção dianteira e motores boxer de quatro cilindros opostos, colocados longitudinalmente. Tinha formas bastante simples e rectilíneas, para-choques plásticos, grande área envidraçada e um meio volume na traseira como o Ford Escortda altura.
Para a construção do 33 a Alfa Romeo utilizou a plataforma e principais órgãos mecânicos do Alfasud e aplicou-lhes uma nova carroçaria. Mas, como medida económica, simplificou o sistema de travagem, retirando os discos da dianteira de junto do diferencial para os extremos do eixo e aplicando tambores atrás, em vez dos de disco do Alfasud.
No ano 1984 apareceu a primeira proposta de tracção integral temporária, desenvolvida em conjunto com a Subaru, voltada para a utilização nos meses de Inverno, e não para o obtenção do comportamento desportivo de um automóvel de tracção traseira. Pois este comportamento apenas poderia ser obtido com um sistema de tracção integral permanente, que apareceu mais tarde como uma opção para motores mais potentes chamada Permanent4 ou Q4 a partir de 1994.
Em 1984 surgia também a primeira carrinha, a Giardinetta, que também podia ser equipada com tracção integral temporária, e uma versão com maior "cuore sportivo" a Quadrifoglio Verde, com e estética melhorada e o conhecido motor 1.5 litros melhorado para desenvolver 105cv. Foi também neste ano que o "velhinho" Alfasud saiu de produção.
Em 1987 o 33 recebeu a sua primeira reestilização com o seu novo design a aproximá-lo do seu irmão mais velho, o Alfa Romeo 75. Nesta segunda série vieram também interiores melhorados e o novo motor de 1712cc e 117cv que passou a equipar o Quadrifoglio Verde. Neste ano os motores de 1.3 e 1.5 litros passaram, definitivamente a ter potências de 86cv e 105cv respectivamente, graças à adopção de dois carburadores weber por motor.
Em 1990 o Alfa Romeo 33 é novamente renovado, sendo esta a sua terceira e ultima série, nesta renovação a Alfa Romeo apresenta-nos um 33 bem mais atraente, com linhas grandemente inspiradas no Alfa Romeo 164, topo de gama da Alfa que havia sido lançado dois anos antes. Nesta renovação a resistência à corrosão era bastante superior, resultado da galvanização de toda a carroçaria, e o interior era renovado.
Nesta renovação toda a linha de motores tinha finalmente injecção electrónica de combustível, o que veio melhorar a potência de todos os blocos, com excepção do de 1700cc cuja potência diminuiu de 117 para 105cv, mas ganhou uma nova versão de 16 válvulas com 133cv, que oferecia performances bastante expressivas, 210 km/h de máxima e cerca de 8 segundos dos 0 aos 100. Nesta versão o 33 vinha equipado suspensão com mais firme, travões ABS e pneus mais largos em jantes de maior diâmetro.
A relativamente longa carreira do Alfa Romeo 33 teve fim em 1995, aquando da apresentação dos 145/146 que o vieram substituir. Mas não para muitos fãs, para os quais o 33 não tem substituto.

Alfa Romeo

Alfa Romeo é um fabricante italiano de automóveis, fazendo parte do grupo Fiat desde 1987Em 1907, Cavaliere Ugo Stella, um aristocrata de Milão e Alexandre Darracq, fabricante de carros francês fundaram a companhia "Darracq Italiana", que começou a produzir automóveis Darracq em Nápoles. Com o fim da parceria, Stella, com o financiamento de outros investidores italianos moveu a linha de produção para uma fábrica desativada em Portello, subúrbio de Milão, mudando, na ocasião, o nome da empresa para ALFA - Anonima Lombarda Fabbrica Automobili. O primeiro carro produzido inteiramente pela companhia foi o modelo 24 HP de 1910, desenhado por Giuseppe Merosi (tendo este nome devido à potência gerada por seu motor).  Posteriormente, Merosi participou do desenvolvimento de novos carros da ALFA, com motores mais potentes, de 40 a 60 hp. A ALFA também se aventurou nas competições automobilísticas, com os pilotos Franchini e Ronzoni participando da Targa Florio de 1911 pilotando modelos 24 HP. Entretanto, com o início da I Guerra Mundial, a produção ficou paralisada por 3 anos. Nicola Romeo assumiu a direção da empresa em 1916 e converteu a empresa numa fábrica bélica para atender as necessidades da Itália e dos aliados durante a I Guerra Mundial. Munição, motores e peças para aviões, geradores e compressores baseados nos motores de carros anteriormente produzidos e até locomotivas foram produzidas pela ALFA durante a guerra. Com o fim da guerra, Nicola Romeo assumiu o controle total da empresa, e a fabricação de carros foi retomada em 1919. Em 1920 o nome da empresa foi alterado para Alfa Romeo, e o Torpedo de 20 a 30 HP foi o primeiro carro fabricado sob a nova marca. Giuseppe Merosi continuou como designer-chefe e a companhia continuou a produzir bons carros de rua e carros de corrida de sucesso (dentre eles o 40-60 HP e o RL Targa Florio).    

Em 1923, o então piloto da equipe Alfa Romeo, Enzo Ferrari, convenceu Vittorio Jano a abandonar a FIAT e substituir Giuseppe Merosi na equipe de design da Alfa Romeo. O primeiro modelo concebido sob a supervisão de Jano foi o P2 Grand Prix, que deu à Alfa Romeo o título mundial de 1925. Para carros de rua, Jano desenvolveu uma série de motores pequenos e médios de 4, 6 e 8 cilindros em linha baseados no motor do P2 que estabeleceram a arquitetura de motores clássica da Alfa Romeo: Construção em liga-leve, câmaras de combustão hemisféricas, velas em posição central, duas válvulas em linha por cilindro e câmara de combustão dupla. Tal arquitetura provou-se durável e potente.
Em 1928 Nicola Romeo abandonou a empresa, quando esta foi à falência. Em 1933 a Alfa Romeo sofreu uma intervenção do Governo italiano, que passou a ter o controle da empresa. A Alfa Romeo passou a ser um instrumento da Itália de Mussolini, um Emblema Nacional.
Durante a II Guerra Mundial a fábrica da Alfa Romeo foi bombardeada e com muito custo voltou a ser rentável após a guerra. Parou de fabricar carros luxuosos, dedicando-se à produção em massa de carros populares. Na década de 60 a Alfa Romeo tornou-se famosa por seus carros pequenos e modelos desenhados especialmente para a polícia italiana - "Pantere" e Carabinieri dentre eles o glorioso "Giulia Super" , ou o 2600 Sprint GT , que recebeu o apelido expressivo de "Inseguimento" (por ter sido confundido com o carro utilizado pelo famoso agente de polícia, e inigualável motorisa Armandino Spadafora na perseguição a ladrões por uma escada em 1960. Na verdade o carro utilizado era uma Ferrari 250 GT/E preta). Esta foto de uma Giulia, uma das dezenas sobre a lenda, foi tirada de um filme. Em 1967 o famoso filme A Primeira Noite de um Homem, protagonizado por Dustin Hoffman deu status de celebridade à Alfa Romeo Spider (também conhecida por suas designações italianas "Duetto" ou "Osso di Seppia", ou ainda "round tail"). A Spider foi desenhada por Pininfarina.

Na década de 70 a Alfa Romeo novamente entrou em crise financeira. O governo então privatizou a Alfa Romeo, passando o controle para a FIAT em 1986. Foi então criado um novo grupo empresarial - Alfa Lancia Spa - que se dedicou desde então à fabricação de carros Alfa Romeo e Lancia.
Antes de ser comprada pela FIAT, a Alfa Romeo sempre teve uma postura ousada no mercado, experimentando novas soluções nas pistas e utilizando-as na produção em série, mesmo com o risco de perdas comerciais. A Alfa Romeo sempre se caracterizou também pelo estilo controverso e pouco ortodoxo, que sempre levantaram discussões sobre estilo.A Alfa Romeo representa o fabricante de carros que permite uma condução esportiva para o motorista comum, oferecendo à apreciação o som característico de seus motores.

Em italiano, o dono de um Alfa Romeo é um "Alfista", e um grupo deles são "Alfisti". Alfa Romeo sempre tem em seus proprietários grandes defensores e muitos de seus carros se tornaram símbolos culturais. Também existem centenas de clubes de donos de Alfa Romeo ao redor do mundo. A Alfa Romeo alcançou grande sucesso em diversas competições: Formula 1, Protótipos, Turismo e Super Turismo. Pilotos independentes também participaram com sucesso de outras provas, incluindo ralis.

Em 1923 Vittorio Jano, que veio da FIAT, começou a projetar motores que deram à Alfa Romeo sucesso nas pistas até o fim da década de 30. Quando o projeto começou a mostrar fraqueza, Jano foi demitido.
Na década de 30 Tazio Nuvolari venceu a Mille Miglia pilotando um 6C 1750 [15], cruzando a linha de chegada após uma incrível ultrapassagem sobre Achille Varzi sem os faróis, no meio da noite.
O modelo 8C 2300 venceu as 24 horas de Le Mans de 1931 a 1934. A Alfa Romeo abandonou as competições em 1933, quando o Governo Italiano assumiu o controle da empresa. Surge então a Scuderia Ferrari, incialmente como o braço de competições da Alfa Romeo (Enzo Ferrari pilotou para a Alfa antes de assumir a chefia da equipe, e logo a seguir passa a produzir seus próprios carros). Em 1935 uma Alfa Romeo pilotada por Nuvolari vence o Grande Prêmio da Alemanha. Em 1938 Biondetti vence a Mille Miglia pilotando um 8C 2900B Corto Spyder, desde então apelidado de modelo "Mille Miglia".
Em 1950 Nino Farina venceu o Campeonato Mundial de Formula 1 pilotando uma Alfa Romeo 158 com compressor; em 1951 Juan Manuel Fangio venceu pilotando uma Alfetta 159 (uma evolução do modelo 158, com um compressor de dois estágios). Outros títulos foram vencidos em 1975 e 1977, enquanto a Alfa Romeo 33 dominava a categoria de Protótipos de 1967 a 1977

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