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BMW 535i GT

Se você tem 305.400 reais sobrando na conta e está entediado com o que se vê por aí em termos de carro, o personagem desta matéria pode ser o remédio certo. Um carro de estilo esportivo, mas espaçoso. Luxuoso, mas nada conservador. Tem um porta-malas grande, mas guarda distância de sedãs ou peruas – é um hatch mesmo. Ainda não dá para saber se a fórmula encontrará os anseios e a carteira de grande número de consumidores, mas o caso é que existe um carro que atende a requisitos pouco ortodoxos: o BMW 535i GT.
Visto de frente, ele não nega a família, a da Série 5 – que inclui sedãs, como o 550i e peruas, as Touring, ainda não oferecidas no Brasil –, mas bastante diferenciado dos demais. A grade dianteira é maior que a do sedã, assim como os faróis, mas é de lado e de traseira que ele mostra melhor seu lado iconoclasta.
As portas não têm as colunas dos vidros e a traseira lembra a de um hatch, mais pela parte de trás truncada, com balanço traseiro curto, que pela queda de teto acentuada após a coluna B, mais de acordo com os cupês. A tampa do porta-malas também contribui para seu jeitão diferente do GT: ela se abre parcialmente (só sua metade inferior), para objetos pequenos e compras, ou por completo, para malas. E cabe mala nele: são 590 litros de capacidade, mais do que em muitas peruas. Por dentro, a rebeldia se faz presente no banco traseiro, que pode ser tripartido. Em vez da tradicional proporção 40/60, o GT tem bancos com a divisão 40/20/40, pois o miolo do encosto pode ser abaixado de maneira independente.
O problema do pioneirismo do GT é que muitas de suas soluções não são necessariamente as melhores. As portas sem coluna, ainda que belas, são difíceis de fechar, exigindo mais força (mesmo com os vidros abaixando levemente, para diminuir a pressão). As largas colunas da tampa do porta-malas, que tem abertura elétrica, tornam a vigia traseira pequena demais, o que prejudica a visibilidade, pecado que é neutralizado pela presença de câmera na traseira – o que explica a boa nota da avaliação Cesvi de visibilidade na nossa ficha de teste. A culpa, nesse caso, não é só das colunas, mas também do teto à moda cupê. O banco traseiro tripartido, por sua vez, torna o assento destinado ao terceiro ocupante pouco convidativo. Quem se arrisca a ocupar o lugar sofre com falta de espaço e algum desconforto, uma vez que a parte central do assento é mais dura e nada anatômica.
Com entre-eixos de 3,07 metros, maior que o do sedã em 10 cm, o que não falta ao BMW GT é espaço interno. Os passageiros que usam os espaços corretos do banco traseiro (as extremidades) podem esticar as pernas mesmo com alguém de mais de 1,80 metro ao volante, como se estivessem pisando fundo nos freios. Especialmente se o motorista estiver exagerando no acelerador, o que, no Série 5 GT, é fácil de acontecer.
Apesar de grandalhão (5 metros de comprimento e 1,56 de altura) e pesado (1 940 kg), o GT tem números de aceleração de carros pequenos e leves. Vai de 0 a 100 km/h, segundo nosso teste, em 6,8 segundos. É 1,1 segundo mais rápido que o Honda Civic Si, sedã de 4,49 metros e 1 322 kg. Um dos segredos para a façanha é o motor N55, de seis cilindros em linha e 3 litros, configuração tradicional na BMW, mas com um ingrediente novo: turbo de dupla entrada, chamado de Twin Scroll, mais simples e confiável que os dois turbos pequenos que o seis-cilindros anterior, o N54, usava. E o N54 foi eleito o melhor motor de 2,5 a 3 litros do mundo em 2010. Em 2011, o título deve ser do N55. Com a ajuda do turbo, o motor gera 306 cv e um torque de V8, com 40,8 mkgf. Isso era o que o BMW 540i, com um V8 4.4, conseguia em 1998.
O outro segredo do carro é o câmbio, da ZF. É automático, o que deixará muitos apreciadores de condução esportiva de nariz torcido até eles saberem que ela tem oito marchas e uma suavidade de trocas que lembra um CVT (transmissão continuamente variável), que não dá trancos porque não tem marchas para trocar. Talvez eles continuem de nariz torcido, mas só por hábito. O câmbio deste BMW não deixa nada a desejar para nenhum público.
Ainda que tenha números expressivos de desempenho, o GT tem um rodar mais voltado para conforto, mesmo quando o Dynamic Drive é ajustado no modo Sport. Nessa configuração, o carro tem trocas de marcha mais ágeis e suspensão mais dura, mas nada apaga a sensação de que o carro é grande demais para andar forte. Mesmo com motor, câmbio e suspensão suficientes para isso. Considerando a proposta, o estilo e quanto custa, a ideia realmente não é essa. Basta que ele pareça esportivo. E que tenha o mesmo espaço e luxo que a BMW normalmente oferece, ainda que num pacote para lá de diferente.

BMW 550i
Quem tem um perfil mais conservador optará pelo Série 5 sedã. A escolha pode sair mais barata (288000 reais pelo 535i) ou cara (395000 reais pelo 550i), que nós também testamos. Em sua sexta geração (F10), o sedã conta com um V8 de 407 cv a 6 400 rpm e torque de 61,2 mkgf. A curva de torque não merece o nome que tem: ela é reta, e máxima, de 1 750 rpm até 4 500 rpm. Isso até poderia explicar os 107 000 reais de diferença entre o 550i e o 535i e os 89 400 reais do 550i para o 535i GT, mesmo com menos espaço interno e porta-malas (520 litros). Mas não consegue. Primeiro, porque a diferença de desempenho só seria expressiva em corridas. Em nosso teste, o 550i levou 5,2 segundos para ir de 0 a 100 km/h. Segundo, porque, com a diferença de preço entre um 550i e um 535i sedã, dá para comprar um BMW 118i de reserva, a 99 500 reais, e guardar 7 500 reais no bolso.

BMW 600

Modelo de automóvel fabricado pela empresa alemã BMW, de 1957 a 1959. Possuía motor traseiro de dois cilindros, refrigerado à ar, de 582 cc e 19,5 hp (15 kW), permitindo ao 600 atingir a velocidade máxima de 103 km/h. Sue sucessor foi o BMW 700.

BMW Z4

Z4 é um roadster conversível de 2 portas introduzido pela BMW em 2003, como substituto do Z3. Tem também uma versão coupé a partir de 2005.

BMW Z3

Z3 foi o primeiro roadster da BMW com uma proposta um pouco mais simples, a fim de atender a um grande mercado consumidor que desejava um veículo acessível e que transmitisse prazer ao dirigir. Foi o primeiro modelo da BMW produzido nos Estados Unidos.

BMW


BMW AG (abreviatura de Bayerische Motoren Werke, em portuguêsFábrica de Motores da Baviera) é uma empresa alemã, fabricante de automóveis e motocicletas. Foi fundada por Karl Rapp e Gustav Otto com o intuito de produzir motores para aviões, mas após a Primeira Guerra Mundial, devido ao Tratado de Versailles, foi proibida de construí-los. Por esse motivo chegou a produzir motocicletas, e mais tarde dedicou-se à fabricação de automóveis.
Até há pouco tempo a própria BMW dizia que o seu símbolo representa uma hélice de avião a girar juntamente com o símbolo da Baviera, mas em descobertas recentes, a BMW alterou a sua versão sendo o azul/branco proveniente de uma antiga bandeira da Baviera.
A BMW historicamente, sempre esteve envolvida nos desportos motorizados, inicialmente nas motocicletas e posteriormente nos automóveis.
Devido a brigas ocorridas entre a BMW e a Williams F1, no ano de 2005 a BMW comprou a equipe Sauber e se separou. Assim no ano de 2006, passaram a competir como entidades separadas: BMW Sauber F1 Team e AT&T Williams Team.
A BMW hoje é dona também das marcas Mini e Rolls-Royce e anteriormente também da Land-Rover - o atual Range Rover foi desenvolvido em grande parte pela marca germânica. Hoje a Land-Rover pertence ao Grupo Tata.
Atualmente, o grupo BMW orientou firmemente sua visão para o setor de alto padrão do mercado internacional de automóveis e motos, reunindo três marcas: BMW, MINI e Rolls-Royce Motor Cars.
O primeiro carro a ter o símbolo BMW estampado na carroceria foi em 1928.
Um pacote majoritário das ações da BMW, no valor de mais de 12 bilhões de euros, encontra-se em mãos da poderosa família Quandt, de origem holandesa calvinista, que emigrou para a Alemanha em 1700. Foi em 1959 que Herbert Quandt assumiu o controle ao aumentar sua participação na empresa, que atravessava então uma séria crise, evitando assim que ela fosse à falência. Os nomes dados aos modelos dos carros da BMW segue um padrão, que indica, em três dígitos, o modelo do carro e sua motorização. Assim, temos como exemplo o BMW 325, que indica um carro da série 3, com motorização 2.5 Litros de cilindrada. Em alguns casos, o número não indica com fidelidade a motorização do modelo, podendo variar. A regra geral, porém, é de que a cilindrada do veículo é maior quanto maior for esse número. Para as demais séries, como a Z e a X, a empresa adotou outro padrão, sem nenhuma relação com a motorização. 

BMW 320i E46


E46 foi a quarta geração da Série 3 da BMW, tendo sido produzido de 1998 a 2006 nas carroçarias sedan, coupé, perua e conversível, além de originar o BMW Compact.
Dos diversos modelos disponíveis, há a destacar o BMW 325i e o BMW 330Cd. Ambos possuem motores de 6 cilindros, mas o primeiro é a gasolina e o segundo um turbodiesel.

BMW 118i



Série 1 foi lançada em 2004 pela BMW para competir especialmente com o Audi A3. É o único modelo da sua categoria com tração traseira e motorização longitudinal. Refira-se, ainda, que o seu desenho nunca foi muito consensual entre os maiores admiradores da marca.
Conta, a partir de 2007, com uma versão Coupé (berlina de 3 volumes) e uma versão Cabriolet, com capota em lona.
No Série 1 (3 e 5 portas), os motores a gasolina variam desde o 116i, com 122cv, ao 118i, com 143cv, o 120i com 170cv e até ao 130i, versão mais potente, com 265cv. Na gama a gasóleo, a versão base é a 118d, com 143cv, seguida da 120d com 177cv, até à 123d, com 204cv.
No Série 1 Coupé, estão disponíveis as seguintes motorizações: 125i com 218cv e 135i com 306cv. A gasóleo estão disponíveis as versões 118d com 147 cv, 120d com 177cv e a 123d com 204cv.
No Série 1 Cabrio, os motores a gasolina começam com o 118i com 143cv, 120i com 177cv, 125i com 218cv, até à 135i com 306cv. A gásoleo existe a versão 120d com 177cv, a versão 118d com 122cv, a 123d com 204cv e 135d com 306cv.

BMW X6


O X6 saíu relativamente há pouco tempo. Foi uma grande aposta da BMW. É a mistura entre os modelos X5 (pelo estilo e tamanho), e Série 6 (pela frente, espaço interno e classe). O preço é uma média entre os dois A BMW está a fazer muitas apostas dos "X". Agora é a vez do X6 . Se quiserem mais imformações vão ao site www.bmw.pt Um utilitário com um desvio de personalidade que pensa ser um cupê. Se fosse avaliado por um psiquiatra, esse seria o diagnóstico do X6. Felizmente, no mundo do carro, o tal desvio é um teto inclinado, que tira o modelo da mesmice do estilo de seu segmento. O motor seis-cilindros de 3.0 litros, 306 cv e 40,8 mkgf de torque é a oferta de entrada. Já o V8 biturbo com injeção direta de gasolina, 4.4 litros, 407 cv e 61,2 mkgf fica no topo da linha. Vai de 0 a 100 km/h em 5,4 segundos, e de lá até 250 km/h. Na Europa as versões a diesel rendem 235 cv e 286 cv. O câmbio é automático permite trocas manuais. A ousadia do estilo se equilibra com a seriedade com que a segurança é encarada. Há controle dinâmico, de tração e até da inclinação do chassi, entre outros.

BMW X5 E70

BMW E70 é um automóvel fabricado pela empresa alemã BMWO veículo foi introduzido no mercado Brasileiro em 2002, após sete anos sofreu modificações e ganhou cara nova. Ficou maior que seu antecessor, o novo BMW X5 foi apresentado no Brasil no dia 11 de abril de 2007, em São Paulo.
A versão de entrada, a BMW X5 3.0 Si V6 começou a ser vendida no Brasil no início de setembro. Esta versão é equipada com um motor à diesel, que tem 231 cavalos de potência. O E70 cresceu 18,7 centímetros de comprimento, 17 centímetros de largura e 5,9 centímetros de altura. Também incoprporou a terceira fileira de bancos, o BMW X5 também aumentou a distância dos entreeixos de 2,82 metros a 2,93 metros. O BMW X5 ficou mais pesado, acrescentando 30 quilos, pois sua carroceria foi reforçada, ficando 15% mais rígida que a X5 anterior.
O BMW obteve novo design, embora não tenha escondido alguns traços do desenho antigo. Mas a traseira ficou diferente, ganhando lanternas novas. O seu interior continua sendo de luxo, utilizando couros, compartimentos, tendo detalhes em madeira e 16 alto-falantes. Um item que chama atenção são os faróis, que acompanham o movimento do volante do carro, dando mais segurança ao motorista e aos passageiros. A segurança é um ponto forte no BMW X5, que tem sensores de estacionamento na frente e na traseira, airbags frontais, laterais e na altura da cabeça e mais itens. Uma novidade no BMW X5 são câmeras instaladas na traseira e nas laterais do carro para auxiliar o motorista na hora de estacionar o carro.

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